Selic cai para 13,75% e muda o jogo dos investimentos: veja onde R$ 1 mil pode render mais

Banco Central reduziu a taxa básica de juros pela quinta vez consecutiva. Com a Selic agora em 13,75% ao ano, simulações mostram diferenças relevantes entre poupança, CDBs, Tesouro Selic e fundos de ações para quem pretende investir R$ 1 mil.

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Banco Central corta Selic para 14%, mas evita indicar próximos passos e mantém alerta sobre inflação.

O Banco Central divulgou a ata da reunião do Copom que levou a taxa Selic para 14% ao ano. Apesar do quarto corte consecutivo, a autoridade monetária adotou um tom cauteloso e deixou em aberto a continuidade do ciclo de redução dos juros. A preocupação com a inflação, as expectativas ainda acima da meta e os efeitos da política fiscal aparecem entre os principais pontos de atenção.

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Corte da Selic para 14% divide mercado e reacende alerta para risco de recessão.

A redução da taxa Selic para 14% ao ano agradou parte do comércio, mas foi considerada insuficiente pela indústria. Economistas avaliam que os juros continuarão elevados por um longo período, enquanto especialistas alertam para o risco de desaceleração econômica e possível recessão nos próximos anos.

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Banco Central faz alerta e admite que reduzir inflação rapidamente exigiria choque nos juros.

O Banco Central informou que trazer a inflação de volta à meta dentro do prazo inicialmente considerado exigiria mudanças bruscas na taxa Selic. Segundo a instituição, uma estratégia mais gradual pode evitar impactos excessivos na economia e nos mercados financeiros, mesmo que a convergência para a meta ocorra apenas em 2028.

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Guerra no Irã ameaça travar queda dos juros no Brasil e pode pesar ainda mais no bolso do brasileiro.

A escalada do conflito no Oriente Médio elevou o preço do petróleo e reacendeu o risco de inflação no Brasil, colocando em dúvida o início da queda da taxa Selic e impactando diretamente crédito, consumo e custo de vida.

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Dólar dispara após escalada no Oriente Médio e tensão global pressiona o real.

A moeda norte-americana abriu a semana em forte alta frente ao real, refletindo a busca global por ativos de proteção após ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O movimento acompanha a valorização do dólar no exterior e a disparada do petróleo.

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Mercado, Banco Central e governo convergem em estimativas mais moderadas após crescimento de 3,4% no ano anterior.

Mercado, Banco Central e governo convergem em estimativas mais moderadas após crescimento de 3,4% no ano anterior.
O PIB de 2025 será divulgado nesta terça-feira, mas projeções já indicam crescimento menor do que em 2024. Juros elevados e política monetária restritiva são apontados como principais fatores da perda de ritmo.

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Alckmin contraria Fiesp e mantém debate sobre fim da escala 6×1: “é tendência mundial”

Presidente em exercício rejeitou adiar discussão sobre mudanças na jornada de trabalho após pedido da Fiesp e destacou que a redução da carga horária é uma tendência global, além de comentar juros e comércio exterior.

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