Guerra no Irã ameaça travar queda dos juros no Brasil e pode pesar ainda mais no bolso do brasileiro.

A escalada do conflito no Oriente Médio elevou o preço do petróleo e reacendeu o risco de inflação no Brasil, colocando em dúvida o início da queda da taxa Selic e impactando diretamente crédito, consumo e custo de vida.

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Dólar dispara após escalada no Oriente Médio e tensão global pressiona o real.

A moeda norte-americana abriu a semana em forte alta frente ao real, refletindo a busca global por ativos de proteção após ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O movimento acompanha a valorização do dólar no exterior e a disparada do petróleo.

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Mercado, Banco Central e governo convergem em estimativas mais moderadas após crescimento de 3,4% no ano anterior.

Mercado, Banco Central e governo convergem em estimativas mais moderadas após crescimento de 3,4% no ano anterior.
O PIB de 2025 será divulgado nesta terça-feira, mas projeções já indicam crescimento menor do que em 2024. Juros elevados e política monetária restritiva são apontados como principais fatores da perda de ritmo.

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Alckmin contraria Fiesp e mantém debate sobre fim da escala 6×1: “é tendência mundial”

Presidente em exercício rejeitou adiar discussão sobre mudanças na jornada de trabalho após pedido da Fiesp e destacou que a redução da carga horária é uma tendência global, além de comentar juros e comércio exterior.

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Mercado muda o tom e sinaliza virada: juros podem cair antes do esperado enquanto inflação perde força.

Após semanas de estabilidade, economistas revisam projeções e indicam redução na expectativa da taxa básica de juros, queda na inflação e leve melhora no crescimento econômico. O cenário reacende debates sobre os rumos da economia brasileira nos próximos anos.

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Economia surpreende e fecha 2025 com alta de 2,5%, mas sinais de desaceleração acendem alerta.

A atividade econômica brasileira cresceu 2,5% em 2025, impulsionada principalmente pela agropecuária e pelos serviços, segundo dados do Banco Central. Apesar do resultado positivo, indicadores do fim do ano mostram perda de fôlego e expectativa de desaceleração gradual.

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Lula promete investigação sem interferência política em escândalo bilionário do Banco Master.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as apurações sobre o colapso do Banco Master serão estritamente técnicas e garantiu que os responsáveis pelo caso deverão responder judicialmente. A crise é apontada como uma das mais graves do sistema financeiro recente.

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“Trabalhar menos pode render mais”: Boulos desafia empresários e diz que fim da escala 6×1 aumenta produtividade.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil pode impulsionar a produtividade e a economia. Com base em estudos nacionais e exemplos internacionais, ele defendeu a redução da jornada semanal sem corte de salários e criticou os juros elevados como entrave ao crescimento do setor produtivo.

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Brasil fica isolado entre emergentes ao manter juros em 15% e amplia incertezas para 2026.

A decisão do Banco Central de manter a Selic em 15% ao ano tornou o Brasil o único país do Brics a não reduzir juros em 2025. Enquanto Índia, Rússia e China promoveram cortes, o BC brasileiro sinalizou cautela diante da persistência da inflação e do aquecimento do mercado de trabalho. Especialistas avaliam que um possível alívio só deve ocorrer em 2026.

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