Mercado muda o tom e sinaliza virada: juros podem cair antes do esperado enquanto inflação perde força.

Após semanas de estabilidade, economistas revisam projeções e indicam redução na expectativa da taxa básica de juros, queda na inflação e leve melhora no crescimento econômico. O cenário reacende debates sobre os rumos da economia brasileira nos próximos anos.

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Economia surpreende e fecha 2025 com alta de 2,5%, mas sinais de desaceleração acendem alerta.

A atividade econômica brasileira cresceu 2,5% em 2025, impulsionada principalmente pela agropecuária e pelos serviços, segundo dados do Banco Central. Apesar do resultado positivo, indicadores do fim do ano mostram perda de fôlego e expectativa de desaceleração gradual.

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Lula promete investigação sem interferência política em escândalo bilionário do Banco Master.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as apurações sobre o colapso do Banco Master serão estritamente técnicas e garantiu que os responsáveis pelo caso deverão responder judicialmente. A crise é apontada como uma das mais graves do sistema financeiro recente.

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“Trabalhar menos pode render mais”: Boulos desafia empresários e diz que fim da escala 6×1 aumenta produtividade.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil pode impulsionar a produtividade e a economia. Com base em estudos nacionais e exemplos internacionais, ele defendeu a redução da jornada semanal sem corte de salários e criticou os juros elevados como entrave ao crescimento do setor produtivo.

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Brasil fica isolado entre emergentes ao manter juros em 15% e amplia incertezas para 2026.

A decisão do Banco Central de manter a Selic em 15% ao ano tornou o Brasil o único país do Brics a não reduzir juros em 2025. Enquanto Índia, Rússia e China promoveram cortes, o BC brasileiro sinalizou cautela diante da persistência da inflação e do aquecimento do mercado de trabalho. Especialistas avaliam que um possível alívio só deve ocorrer em 2026.

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Economia brasileira avança no terceiro trimestre, mas ritmo fica abaixo das expectativas.

O PIB do Brasil registrou crescimento de 0,1% no terceiro trimestre de 2025, segundo dados do IBGE. Apesar do avanço, o resultado veio abaixo do esperado pelo mercado financeiro e reforça o cenário de desaceleração da atividade econômica sob impacto dos juros elevados.

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Dívida Pública cai em setembro e fecha o mês em R$ 8,12 trilhões.

Com o vencimento de títulos atrelados à Selic, a Dívida Pública Federal apresentou leve recuo de 0,28% em setembro, após ultrapassar pela primeira vez a marca de R$ 8 trilhões em agosto. Apesar da queda, o Tesouro Nacional projeta que o valor seguirá em alta até o fim do ano.

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Dólar em queda: entenda por que a moeda americana pode continuar recuando no Brasil

Mesmo sem avanços claros na agenda fiscal, o Brasil tem atraído capital estrangeiro com a expectativa de cortes nos juros dos EUA e manutenção da Selic em patamar elevado. O movimento pode manter o dólar em queda até o fim do ano, segundo especialistas.

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Selic em 15% pressiona FIIs, mas cenário tributário e juros futuros devem ditar rumos do mercado imobiliário

Apesar da Selic permanecer em 15% ao ano, como já era previsto, os Fundos Imobiliários continuam sob pressão. Especialistas apontam que mais do que a taxa atual, o futuro dos juros e possíveis mudanças na tributação podem alterar completamente a dinâmica desse tipo de investimento. Entenda os impactos para investidores e o que observar nos próximos meses.

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