Soco na mesa no Senado! Beto Faro reage a bolsonaristas e acusa elite de “sabotar” o fim da escala 6×1.

A batalha em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019), que decreta o fim definitivo da escala de trabalho 6×1 no Brasil, ganhou contornos de forte enfrentamento político no plenário do Senado Federal nesta quarta-feira (14). O senador Beto Faro (PT-PA) subiu à tribuna para rebater duramente as críticas da oposição conservadora e acusou as elites econômicas do país de articularem manobras para “sabotar conquistas históricas do povo brasileiro”. O texto, que propõe a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas — garantindo dois dias de descanso sem qualquer corte salarial —, avança sob intensa pressão política.

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Bastidores da política! “Não falei que ia dar certo?”, comemora Alcolumbre em áudio vazado após aprovação do fim da escala 6×1 no Senado.

Um momento de bastidor captado ao vivo pela TV Senado expôs a articulação política que selou a aprovação relâmpago da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que decreta o fim da jornada de trabalho na escala 6×1. Logo após a votação do texto nesta quarta-feira (14), o líder do governo Lula na Casa, senador Camilo Santana (PT-CE), dirigiu-se ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para parabenizá-lo: “Você é o grande responsável por isso aqui”. Sem notar que o microfone da mesa diretora continuava aberto, Alcolumbre sorriu e respondeu em tom de comemoração: “Não falei que ia dar certo?”.

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“Minha esperança está nos discos voadores”! Aos 69 anos, Lobão rasga o verbo, abandona a política e expõe desilusão com Lula e Bolsonaro.

Lenda do rock nacional e figura central de ruidosas controvérsias públicas nas últimas décadas, o cantor e compositor Lobão completa 69 anos neste domingo (11) marcando uma ruptura radical com sua trajetória. Conhecido por atuar como uma espécie de “pêndulo ideológico” do país — cantando “Lula-lá” na televisão nos anos 1980 e tornando-se um dos principais fiadores intelectuais da direita e do bolsonarismo anos mais tarde —, o músico anunciou que lavou as mãos. Desiludido tanto com a esquerda quanto com a direita, o artista declarou que não pretende votar nas eleições de 2026 e disparou: “Minha esperança agora está nos discos voadores.”

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Tensão máxima no 2º turno! Nunes Marques atende Flávio Bolsonaro e manda fechar o canal “Exército do Lula” no WhatsApp.

A reta final da corrida presidencial de 2026 pegou fogo com uma decisão bombástica da Justiça Eleitoral. Na manhã deste domingo (11), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a Meta suspenda, no prazo improrrogável de três horas, o canal de WhatsApp “Exército do Lula”. A rede era operada pelo deputado federal André Janones (Rede-SP) e contava com mais de 3,3 milhões de inscritos. A ordem atende a uma representação de urgência protocolada pela campanha do candidato da oposição, senador Flávio Bolsonaro (PL).

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Guerra aberta no 2º turno! Lula incendeia a Paulista, exige busca aos 30 milhões de abstenções e dispara acusações contra o PL e a Justiça Eleitoral.

Em uma demonstração de força na reta final da campanha pelo segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderou uma multidão na Avenida Paulista, em São Paulo, na manhã deste domingo (11). Do alto do trio elétrico em frente ao Masp, o candidato à reeleição subiu o tom do discurso político, traçou como missão prioritária o resgate dos quase 30 milhões de eleitores que se abstiveram no primeiro turno e desferiu ataques diretos ao clã Bolsonaro. Lula também colocou a oposição contra a parede ao exigir a votação imediata do fim da escala de trabalho 6×1 e não poupou nem mesmo a Justiça Eleitoral, acusando o tribunal de proferir “decisões tendenciosas” para prejudicar sua candidatura.

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Sombra de ingerência! Campanha de Lula aciona TSE contra a Meta e acusa Big Techs de interferência a favor de Flávio Bolsonaro.

A disputa pelo segundo turno das Eleições Presidenciais de 2026 pegou fogo e ganhou contornos de grave crise institucional e diplomática. A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (10) para denunciar uma suposta “interferência deliberada” da Meta — empresa dona do Instagram, Facebook e WhatsApp — no processo eleitoral brasileiro. O PT acusa a gigante de tecnologia americana de bloquear impulsionamentos, limitar alcance e sumir com perfis de lideranças de esquerda do mecanismo de busca para favorecer a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL).

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Lula diz que plano fiscal de Flávio ameaça programas sociais; candidato do PL nega cortes em benefícios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elevou o tom contra as propostas econômicas de Flávio Bolsonaro (PL) e afirmou que um eventual governo do senador poderia promover cortes em programas sociais para realizar o ajuste fiscal prometido durante a campanha presidencial. As declarações foram feitas nesta quinta-feira (8), em meio ao debate sobre uma proposta da equipe econômica de Flávio para reduzir despesas públicas em aproximadamente R$ 200 bilhões. Lula utilizou como exemplo o projeto de Orçamento para 2023 elaborado pelo governo do então presidente Jair Bolsonaro em 2022. Segundo o petista, aquela proposta previa reduções expressivas em diferentes políticas públicas. Entre os números citados por Lula estavam cortes de 59% no Farmácia Popular, 50,7% no Mais Médicos, 45% em ações de prevenção e controle do câncer e 97% em recursos destinados à infraestrutura escolar. O presidente também mencionou reduções em verbas para prevenção de desastres, construção de cisternas, assistência social e habitação. Para Lula, esse histórico serviria de alerta diante da proposta atual de forte redução das despesas federais defendida por integrantes da campanha adversária. Flávio nega intenção de cortar benefícios Flávio Bolsonaro rejeitou as acusações e afirmou que não pretende realizar o ajuste fiscal às custas da população mais vulnerável. O candidato declarou que o Bolsa Família será preservado. “Bolsa Família é sagrado, ninguém toca”, afirmou. Flávio também negou que pretenda acabar com ganhos reais nas aposentadorias. Segundo o senador, um eventual governo sob seu comando manteria reajustes acima da inflação para aposentados do INSS. “Eu não vou fazer economia em cima de quem precisa, das pessoas mais carentes desse Brasil”, declarou. O candidato também classificou como falsa a afirmação de que pretende acabar com os reajustes das aposentadorias. Ajuste de aproximadamente R$ 200 bilhões ainda tem poucas definições Integrantes da equipe econômica de Flávio Bolsonaro defendem um forte ajuste das contas públicas. Uma das referências discutidas é uma economia equivalente a aproximadamente 1,5% do Produto Interno Bruto, valor próximo de R$ 200 bilhões. Outras discussões internas já mencionaram um ajuste de até 2% do PIB. Apesar dos valores apresentados, ainda existem poucas definições públicas sobre quais despesas seriam efetivamente reduzidas. Entre as medidas debatidas por assessores estão redução de estruturas administrativas, revisão de gastos públicos, combate a fraudes, mudanças nas despesas obrigatórias e alterações constitucionais. Integrantes da campanha afirmam que programas destinados às famílias de baixa renda devem ser preservados. Não existe, até o momento, uma proposta oficial de Flávio Bolsonaro determinando cortes específicos no Bolsa Família, Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida ou nos demais programas mencionados por Lula. Aposentadorias viraram centro da disputa Outro ponto de divergência envolve a Previdência e o Benefício de Prestação Continuada, o BPC. Integrantes da equipe econômica de Flávio chegaram a discutir mudanças na forma de crescimento de despesas vinculadas ao salário mínimo como maneira de reduzir o gasto público. O próprio candidato, porém, rejeitou publicamente a possibilidade de retirar ganhos reais das aposentadorias. Ele declarou que pretende conceder reajustes acima da inflação caso seja eleito. A promessa aumenta o desafio para a equipe econômica apresentar uma fórmula capaz de produzir uma economia de aproximadamente R$ 200 bilhões sem atingir grandes despesas obrigatórias. Saúde, educação, Previdência, assistência social e folha de pagamento representam parcela significativa do Orçamento federal. Lula usa Orçamento de Bolsonaro como comparação Durante a entrevista, Lula também afirmou que políticas de ajuste fiscal adotadas por governos conservadores costumam atingir principalmente a população de menor renda. Ele citou novamente a proposta orçamentária recebida quando retornou à Presidência em janeiro de 2023. Entre os exemplos mencionados estão reduções previstas para o Minha Casa Minha Vida, programas de cisternas no semiárido e o Sistema Único de Assistência Social. Lula lembrou ainda que os valores destinados à merenda escolar ficaram vários anos sem reajuste. O presidente argumentou que a redução da relação entre dívida pública e PIB não depende somente do corte de despesas. Para ele, o crescimento econômico é fundamental para melhorar os indicadores fiscais. “Só tem um jeito de fazer dívida reduzir com PIB: fazendo a economia crescer”, afirmou. Lula também destacou os resultados fiscais registrados durante seus dois primeiros mandatos e defendeu investimentos públicos em infraestrutura como instrumento para estimular a atividade econômica. Debate econômico ganha força no segundo turno A política fiscal se tornou um dos principais pontos de confronto entre as campanhas no segundo turno presidencial. Flávio Bolsonaro defende uma redução expressiva das despesas públicas, uma nova regra fiscal e medidas para conter o crescimento da dívida. Lula, por outro lado, afirma que pretende combinar responsabilidade fiscal com investimentos públicos e manutenção dos programas sociais. A divergência central está justamente em como promover o equilíbrio das contas. Enquanto a campanha de Flávio ainda trabalha no detalhamento das despesas que seriam atingidas pelo ajuste, Lula utiliza o histórico do governo Jair Bolsonaro para argumentar que programas sociais poderiam ficar sob pressão. Flávio rejeita essa interpretação e sustenta que pretende buscar economia principalmente por meio da redução de desperdícios, fraudes e excessos da máquina pública. Com isso, a dimensão e a origem dos cortes prometidos permanecem como uma das principais questões econômicas ainda sem detalhamento completo na disputa presidencial de 2026. Foto: Reprodução/YouTube –Redação – Thiago Salles

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Do ‘Zorra Total’ à política: ex-miss e atriz, Fernanda Louback pode se tornar vice-governadora do Rio.

Fernanda Louback, de 46 anos, vereadora de Niterói pelo PL, integra a chapa de Douglas Ruas e deve se tornar vice-governadora do Rio de Janeiro após a retotalização dos votos determinada pela Justiça Eleitoral. Antes da política, ela foi modelo, participou de concursos de beleza, atuou no “Zorra Total”, empreendeu no setor de joias e passou a se dedicar a pautas relacionadas ao autismo e ao conservadorismo.

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Ana Elisa desativa conta no X após ameaças de morte e estupro e acusa adversários de espalhar conteúdo falso.

A deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG), de 21 anos, afirmou ter desativado sua conta no X após receber ameaças de morte e violência sexual. Os ataques teriam aumentado depois da circulação de publicações atribuídas a ela sobre igrejas. A petista nega ser autora do conteúdo e anunciou que pretende levar o caso à Justiça Eleitoral.

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Lula diz que campanha foi a “menos organizada” desde 1989 após ficar atrás de Flávio no 1º turno

Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (7) que sua campanha à reeleição ficou abaixo do que poderia ter sido e a classificou como a menos organizada de que participou desde 1989. A declaração ocorreu durante encontro com parlamentares aliados em Brasília, após o presidente terminar o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro.

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