Irã diz que “voltou à normalidade”, mas mortos, censura e silêncio digital levantam suspeitas sobre o regime.

Após quase dez dias de apagão digital e protestos em massa, o governo do Irã afirma ter restabelecido a calma em Teerã. A internet voltou apenas de forma parcial, sob forte filtragem, enquanto organizações de direitos humanos alertam para números alarmantes de mortos e dificuldades de verificação independente.

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Silêncio imposto à força: protestos no Irã recuam após repressão brutal e ameaça direta dos EUA.

As manifestações que desafiaram o regime iraniano desde o fim de dezembro perderam intensidade após uma forte repressão interna, bloqueios de internet e declarações duras dos Estados Unidos. Apesar da aparente calmaria, organizações internacionais alertam para prisões em massa e o risco de novas violações de direitos humanos.

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EUA apertam o cerco: Trump ataca elite do regime iraniano após massacre de manifestantes.

Os Estados Unidos anunciaram um novo pacote de sanções contra autoridades de segurança e redes financeiras ligadas ao regime do Irã, acusadas de comandar uma repressão sangrenta aos maiores protestos da história recente do país. A ofensiva, autorizada pelo presidente Donald Trump, mira altos dirigentes, comandantes militares e esquemas bilionários de lavagem de dinheiro do petróleo iraniano.

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O mundo árabe assiste em silêncio: Irã treme, mas o medo do caos fala mais alto que a vingança.

Mesmo diante de protestos mais intensos do que os de 2022, a instabilidade no Irã não provoca mais a euforia que antes dominava o mundo árabe. Enfraquecido militarmente e isolado politicamente, Teerã já não assusta como antes — mas a possibilidade de um colapso total do regime desperta temor de um novo ciclo de caos no Oriente Médio.

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Regime iraniano marca execução de jovem manifestante e provoca indignação mundial.

Entidades internacionais de direitos humanos alertam para a execução iminente de Erfan Soltani, jovem de 26 anos condenado à morte pelo regime do Irã após participar de protestos contra o governo. O caso expõe denúncias de julgamento sumário, ausência de defesa e repressão extrema às manifestações populares no país.

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Irã vai às ruas em apoio ao regime enquanto repressão deixa centenas de mortos e país vive clima de guerra interna.

Milhares de iranianos participaram de atos em Teerã em apoio ao governo, em meio à maior onda de protestos dos últimos anos. A repressão já deixou mais de 500 mortos, segundo organizações de direitos humanos, enquanto o regime acusa EUA e Israel de fomentarem a crise.

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Fantasma de George Floyd volta a assombrar Minneapolis: mulher é morta por agentes federais e cidade explode em protestos.

A morte de Renee Nicole Macklin Good, baleada por agentes federais de imigração em Minneapolis, reacendeu feridas ainda abertas desde o assassinato de George Floyd. O caso ocorreu a poucos quarteirões do local que virou símbolo mundial da violência policial e provocou novos protestos contra a atuação das forças federais nos Estados Unidos.

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Combustível dobra de preço e povo reage com fome: Bolívia entra em ebulição após fim de subsídios históricos.

A eliminação dos subsídios aos combustíveis na Bolívia provocou uma reação imediata nas ruas. Sindicalistas, donas de casa e trabalhadores da mineração iniciaram greve de fome e intensificaram protestos em La Paz, pressionando o governo a revogar a medida que fez gasolina e diesel dispararem.

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CEO da COP30 defende manifestações indígenas e diz que protestos fortalecem ambiente democrático.

na Toni, diretora-executiva da COP30, afirmou que as manifestações realizadas por povos indígenas em Belém são legítimas e integram o caráter democrático do evento. O protesto dos mundurukus, que bloqueou o acesso principal ao pavilhão e levou a ONU a solicitar esclarecimentos ao governo brasileiro, foi seguido de uma reunião entre lideranças indígenas, ministros e organizadores da conferência.

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Protestos no Peru contra novo governo deixam um morto e mais de 100 feridos.

Manifestações contra o recém-empossado governo peruano tomaram as ruas de Lima e outras cidades. O movimento, liderado por jovens da chamada “Geração Z”, deixou um morto, mais de 100 feridos e ganhou destaque pelo uso de símbolos da cultura pop, como a bandeira de One Piece.

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