O Brasil dos domicílios vazios: número de pessoas morando sozinhas dispara e atinge recorde em 2025.

Dados inéditos da PNAD Contínua revelam que quase 20% das residências brasileiras possuem apenas um morador, um salto significativo impulsionado pelo envelhecimento populacional e mudanças nos hábitos femininos. Enquanto homens jovens e de meia-idade lideram a vida solo por mobilidade e separações, as mulheres tornam-se maioria absoluta na vida unipessoal após os 60 anos, refletindo a maior longevidade feminina e a viuvez.

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Brasil bate recorde de renda em 2025, mas ganho dos mais ricos volta a subir e freia queda na desigualdade.

O rendimento médio do brasileiro atingiu o maior patamar da história em 2025, impulsionado por um mercado de trabalho aquecido e juros altos que favoreceram investidores. No entanto, após atingir a mínima histórica de desigualdade em 2024, o país registrou uma leve oscilação para cima na concentração de riqueza. Enquanto a renda subiu para todos, o topo da pirâmide lucrou mais com aplicações financeiras e aluguéis, evidenciando o abismo entre os estratos sociais.

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Brasil bate recorde: 143 milhões de brasileiros agora possuem renda própria; Bolsa Família perde espaço para o emprego.

Pela primeira vez na história, o Brasil atingiu a marca de 143 milhões de cidadãos com algum tipo de rendimento, alcançando 67,2% da população total. Impulsionado por um mercado de trabalho aquecido, o país vê o rendimento médio saltar para R$ 3.367, enquanto a dependência direta do programa Bolsa Família registra uma queda significativa. Os dados do IBGE revelam um cenário de maior autonomia financeira e crescimento real nos salários.

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Explode nas redes acusação de “desemprego maquiado”, mas dados mostram outra realidade no IBGE.

Publicações virais colocaram em dúvida os números oficiais do desemprego no Brasil, alegando manipulação ao excluir beneficiários do Bolsa Família. Especialistas e metodologia oficial indicam que a informação é falsa e explicam como o cálculo realmente funciona.

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Lula comemora queda histórica do desemprego e celebra recorde de empregos formais no Brasil.

O presidente Lula destacou os novos dados do IBGE que apontam a menor taxa de desemprego da série histórica: 5,4%. O país também alcançou números recordes de empregos com carteira assinada e aumento no rendimento médio do trabalhador.

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Trabalhadores de aplicativos ganham mais por mês, mas com jornadas mais longas, aponta IBGE.

Pesquisa do IBGE mostra que profissionais que atuam por meio de plataformas digitais têm renda mensal superior à média nacional, mas trabalham mais horas e recebem menos por hora. O estudo também revela alto índice de informalidade e baixa contribuição à previdência

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