Dia de tensão nos mercados! Empate técnico no 2º turno entre Flávio e Lula e inflação dos EUA colocam o Ibovespa sob forte pressão.

O mercado financeiro brasileiro vive uma quarta-feira (14) de extrema volatilidade e cautela. Após registrar queda de 1,04% no pregão anterior e fechar aos 206.887 pontos, o Ibovespa opera sob forte pressão puxado por dois vetores decisivos: a reação dos investidores à divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de setembro nos Estados Unidos e os novos desdobramentos da disputa presidencial no Brasil, marcada pelo acirramento e pelo empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) nas últimas pesquisas de intenção de voto.

Continue Lendo...

Tensão máxima no 2º turno! Nunes Marques atende Flávio Bolsonaro e manda fechar o canal “Exército do Lula” no WhatsApp.

A reta final da corrida presidencial de 2026 pegou fogo com uma decisão bombástica da Justiça Eleitoral. Na manhã deste domingo (11), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a Meta suspenda, no prazo improrrogável de três horas, o canal de WhatsApp “Exército do Lula”. A rede era operada pelo deputado federal André Janones (Rede-SP) e contava com mais de 3,3 milhões de inscritos. A ordem atende a uma representação de urgência protocolada pela campanha do candidato da oposição, senador Flávio Bolsonaro (PL).

Continue Lendo...

Sombra de ingerência! Campanha de Lula aciona TSE contra a Meta e acusa Big Techs de interferência a favor de Flávio Bolsonaro.

A disputa pelo segundo turno das Eleições Presidenciais de 2026 pegou fogo e ganhou contornos de grave crise institucional e diplomática. A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (10) para denunciar uma suposta “interferência deliberada” da Meta — empresa dona do Instagram, Facebook e WhatsApp — no processo eleitoral brasileiro. O PT acusa a gigante de tecnologia americana de bloquear impulsionamentos, limitar alcance e sumir com perfis de lideranças de esquerda do mecanismo de busca para favorecer a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Continue Lendo...

Lula diz que plano fiscal de Flávio ameaça programas sociais; candidato do PL nega cortes em benefícios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elevou o tom contra as propostas econômicas de Flávio Bolsonaro (PL) e afirmou que um eventual governo do senador poderia promover cortes em programas sociais para realizar o ajuste fiscal prometido durante a campanha presidencial. As declarações foram feitas nesta quinta-feira (8), em meio ao debate sobre uma proposta da equipe econômica de Flávio para reduzir despesas públicas em aproximadamente R$ 200 bilhões. Lula utilizou como exemplo o projeto de Orçamento para 2023 elaborado pelo governo do então presidente Jair Bolsonaro em 2022. Segundo o petista, aquela proposta previa reduções expressivas em diferentes políticas públicas. Entre os números citados por Lula estavam cortes de 59% no Farmácia Popular, 50,7% no Mais Médicos, 45% em ações de prevenção e controle do câncer e 97% em recursos destinados à infraestrutura escolar. O presidente também mencionou reduções em verbas para prevenção de desastres, construção de cisternas, assistência social e habitação. Para Lula, esse histórico serviria de alerta diante da proposta atual de forte redução das despesas federais defendida por integrantes da campanha adversária. Flávio nega intenção de cortar benefícios Flávio Bolsonaro rejeitou as acusações e afirmou que não pretende realizar o ajuste fiscal às custas da população mais vulnerável. O candidato declarou que o Bolsa Família será preservado. “Bolsa Família é sagrado, ninguém toca”, afirmou. Flávio também negou que pretenda acabar com ganhos reais nas aposentadorias. Segundo o senador, um eventual governo sob seu comando manteria reajustes acima da inflação para aposentados do INSS. “Eu não vou fazer economia em cima de quem precisa, das pessoas mais carentes desse Brasil”, declarou. O candidato também classificou como falsa a afirmação de que pretende acabar com os reajustes das aposentadorias. Ajuste de aproximadamente R$ 200 bilhões ainda tem poucas definições Integrantes da equipe econômica de Flávio Bolsonaro defendem um forte ajuste das contas públicas. Uma das referências discutidas é uma economia equivalente a aproximadamente 1,5% do Produto Interno Bruto, valor próximo de R$ 200 bilhões. Outras discussões internas já mencionaram um ajuste de até 2% do PIB. Apesar dos valores apresentados, ainda existem poucas definições públicas sobre quais despesas seriam efetivamente reduzidas. Entre as medidas debatidas por assessores estão redução de estruturas administrativas, revisão de gastos públicos, combate a fraudes, mudanças nas despesas obrigatórias e alterações constitucionais. Integrantes da campanha afirmam que programas destinados às famílias de baixa renda devem ser preservados. Não existe, até o momento, uma proposta oficial de Flávio Bolsonaro determinando cortes específicos no Bolsa Família, Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida ou nos demais programas mencionados por Lula. Aposentadorias viraram centro da disputa Outro ponto de divergência envolve a Previdência e o Benefício de Prestação Continuada, o BPC. Integrantes da equipe econômica de Flávio chegaram a discutir mudanças na forma de crescimento de despesas vinculadas ao salário mínimo como maneira de reduzir o gasto público. O próprio candidato, porém, rejeitou publicamente a possibilidade de retirar ganhos reais das aposentadorias. Ele declarou que pretende conceder reajustes acima da inflação caso seja eleito. A promessa aumenta o desafio para a equipe econômica apresentar uma fórmula capaz de produzir uma economia de aproximadamente R$ 200 bilhões sem atingir grandes despesas obrigatórias. Saúde, educação, Previdência, assistência social e folha de pagamento representam parcela significativa do Orçamento federal. Lula usa Orçamento de Bolsonaro como comparação Durante a entrevista, Lula também afirmou que políticas de ajuste fiscal adotadas por governos conservadores costumam atingir principalmente a população de menor renda. Ele citou novamente a proposta orçamentária recebida quando retornou à Presidência em janeiro de 2023. Entre os exemplos mencionados estão reduções previstas para o Minha Casa Minha Vida, programas de cisternas no semiárido e o Sistema Único de Assistência Social. Lula lembrou ainda que os valores destinados à merenda escolar ficaram vários anos sem reajuste. O presidente argumentou que a redução da relação entre dívida pública e PIB não depende somente do corte de despesas. Para ele, o crescimento econômico é fundamental para melhorar os indicadores fiscais. “Só tem um jeito de fazer dívida reduzir com PIB: fazendo a economia crescer”, afirmou. Lula também destacou os resultados fiscais registrados durante seus dois primeiros mandatos e defendeu investimentos públicos em infraestrutura como instrumento para estimular a atividade econômica. Debate econômico ganha força no segundo turno A política fiscal se tornou um dos principais pontos de confronto entre as campanhas no segundo turno presidencial. Flávio Bolsonaro defende uma redução expressiva das despesas públicas, uma nova regra fiscal e medidas para conter o crescimento da dívida. Lula, por outro lado, afirma que pretende combinar responsabilidade fiscal com investimentos públicos e manutenção dos programas sociais. A divergência central está justamente em como promover o equilíbrio das contas. Enquanto a campanha de Flávio ainda trabalha no detalhamento das despesas que seriam atingidas pelo ajuste, Lula utiliza o histórico do governo Jair Bolsonaro para argumentar que programas sociais poderiam ficar sob pressão. Flávio rejeita essa interpretação e sustenta que pretende buscar economia principalmente por meio da redução de desperdícios, fraudes e excessos da máquina pública. Com isso, a dimensão e a origem dos cortes prometidos permanecem como uma das principais questões econômicas ainda sem detalhamento completo na disputa presidencial de 2026. Foto: Reprodução/YouTube –Redação – Thiago Salles

Continue Lendo...

Lula diz que campanha foi a “menos organizada” desde 1989 após ficar atrás de Flávio no 1º turno

Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (7) que sua campanha à reeleição ficou abaixo do que poderia ter sido e a classificou como a menos organizada de que participou desde 1989. A declaração ocorreu durante encontro com parlamentares aliados em Brasília, após o presidente terminar o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro.

Continue Lendo...

Lula reage a plano de corte de R$ 200 bilhões de Flávio: “Quem vai pagar são os estudantes”

Lula afirmou que o ajuste fiscal de aproximadamente R$ 200 bilhões defendido pela campanha de Flávio Bolsonaro poderia atingir programas como Pé-de-Meia, bolsas da Capes, universidades e institutos federais. A campanha adversária, porém, afirma que pretende obter a economia com redução de desperdícios, privilégios e despesas da máquina pública, e não anunciou um corte específico de R$ 200 bilhões na Educação.

Continue Lendo...

Renan Santos descarta apoio a Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno e libera eleitores.

Derrotado no primeiro turno da eleição presidencial, Renan Santos (Missão) afirmou que não fará campanha nem por Luiz Inácio Lula da Silva nem por Flávio Bolsonaro no segundo turno. O candidato também liberou apoiadores para votarem como quiserem e fez duras críticas aos dois concorrentes que seguem na disputa pelo Planalto.

Continue Lendo...

Lula leva disputa sobre soberania à ONU e prepara recado contra interferência externa na eleição brasileira.

Luiz Inácio Lula da Silva fará nesta terça-feira (22) o discurso que tradicionalmente abre as falas dos chefes de Estado na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Segundo um assessor próximo ouvido pela Reuters, o presidente deve defender a soberania brasileira e condenar tentativas de interferência externa na eleição, sem citar diretamente Donald Trump, os Estados Unidos ou adversários políticos. A preocupação da campanha petista envolve uma eventual atuação americana em favor do senador Flávio Bolsonaro, principal candidato da oposição.

Continue Lendo...

Guerra na direita: Renan Santos ataca Flávio Bolsonaro em sabatina e nega apoio em eventual 2º turno.

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) subiu o tom contra o adversário Flávio Bolsonaro (PL) durante a sabatina UOL/Folha realizada nesta sexta-feira (11). Rejeitando qualquer aliança para um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Renan fez duras acusações ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, chamando-o de “ladrão” e “bandido”. O presidenciável do Missão garantiu que não trabalha com outra hipótese no pleito a não ser sua própria ida à segunda etapa da disputa eleitoral de 2026.

Continue Lendo...

Disputa de narrativas na web: André Mendonça lidera menções digitais após vazamento seletivo no Caso Master.

Um estudo inédito conduzido pela empresa de análise digital Timelens revelou uma rápida Reorganização no debate das redes sociais após a divulgação dos sigilos do caso Banco Master. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tornou-se o personagem mais citado nas plataformas digitais, acumulando 1,645 milhão de menções (35% do total) em menos de 24 horas. A percepção de que o magistrado teria sido seletivo na liberação dos documentos reacendeu as críticas e deslocou o foco antes concentrado exclusivamente no ministro Alexandre de Moraes.

Continue Lendo...