Cesta de Natal deve ficar 4,5% mais cara em 2025, mas avanço é menor que o do ano passado.

Levantamento da Fipe indica que a cesta de produtos natalinos terá alta de 4,53% em 2025, valor bem abaixo do aumento registrado em 2024. Entre os itens tradicionais, o azeite foi o único a apresentar queda expressiva, enquanto peru, azeitonas e chocolates lideram as altas.

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Exportadores temem perda definitiva do café brasileiro no mercado dos EUA após avanço de concorrentes sem tarifas.

A manutenção da tarifa de 40% imposta pelos Estados Unidos coloca o café brasileiro em desvantagem frente a países que agora exportam com tarifa zero. Exportadores afirmam que fabricantes norte-americanas já alteraram seus blends e alertam que o Brasil pode perder espaço de forma irreversível.

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Exportações de carne bovina aos EUA dependem da competitividade interna, avalia Abiec

Mesmo após a redução de 10% na tarifa aplicada pelos Estados Unidos à carne bovina brasileira, a Abiec afirma que o avanço das exportações ainda está condicionado ao preço do boi gordo no mercado interno. Com custos elevados e margens apertadas, frigoríficos avaliam que a competitividade doméstica será determinante para qualquer aumento nos embarques.

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Casos de contaminação por metanol derrubam vendas de bebidas alcoólicas em São Paulo

Após a confirmação dos primeiros casos de intoxicação por metanol no estado, o consumo de destilados registrou queda acentuada. Dados analisados pela Neogrid mostram retração próxima de 30% nas vendas, com gin, rum e whisky entre os mais afetados.

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Fictor apresenta ao Banco Central proposta formal para comprar o Banco Master com aporte de R$ 3 bilhões.

A Fictor Holding Financeira protocolou no Banco Central o pedido de autorização para adquirir o Banco Master S.A., em uma operação que inclui aporte bilionário e participação de investidores dos Emirados Árabes. A reestruturação prevê a venda separada do Will Bank e do Banco Master de Investimentos para outros grupos.

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Economista Esther Duflo defende precificação do carbono e repasses diretos a populações vulneráveis na COP30.

Durante sua participação na COP30, em Belém, a economista francesa e Nobel de 2019, Esther Duflo, reforçou que países pobres também precisam adotar mecanismos de precificação do carbono. Para ela, a combinação entre taxação das emissões e transferência de renda é a base para um modelo global de financiamento climático capaz de reduzir desigualdades e enfrentar os impactos do aquecimento global.

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Justiça decreta falência da Oi após descumprimento de plano de recuperação judicial.

A Justiça do Rio de Janeiro decretou a falência do grupo Oi S.A. após constatar o não cumprimento do plano de recuperação judicial aprovado em 2024. A decisão mantém, de forma provisória, os serviços essenciais prestados pela empresa em todo o país.

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Ibovespa atinge novo recorde e dólar recua com otimismo sobre acordo que encerra paralisação nos EUA.

O Ibovespa iniciou a semana em forte ritmo de valorização e alcançou um novo marco histórico nesta segunda-feira (10), fechando com alta de 0,77%, aos 155.257 pontos — o 11º recorde consecutivo do principal índice da bolsa brasileira. O movimento foi acompanhado pela queda do dólar, que recuou 0,55%, cotado a R$ 5,3069, refletindo a melhora do humor global e o avanço das negociações para encerrar a paralisação do governo americano. Nos Estados Unidos, o Senado aprovou a tramitação de um projeto de financiamento que pode colocar fim à maior paralisação governamental da história do país, o chamado shutdown, que já dura 41 dias. A perspectiva de um acordo bipartidário entre democratas e republicanos aumentou o apetite por risco dos investidores e estimulou a entrada de capital em mercados emergentes, como o Brasil. O fim do impasse pode liberar cerca de US$ 953 bilhões em recursos do Tesouro norte-americano, destravando investimentos e aliviando pressões sobre famílias e empresas afetadas pela suspensão das atividades públicas. Enquanto isso, os mercados globais também reagiram positivamente. Em Wall Street, os índices registraram altas expressivas: o S&P 500 subiu 1,54%, o Dow Jones avançou 0,81% e o Nasdaq ganhou 2,27%, impulsionado pelo bom desempenho de empresas de tecnologia. Na Europa, o otimismo também predominou, com o STOXX 600 e o DAX alemão em alta, acompanhados pelo CAC 40 francês e o FTSE 100 britânico. Na Ásia, os ganhos foram generalizados, com destaque para o Kospi (Coreia do Sul), que subiu mais de 3%. No Brasil, os investidores acompanharam a divulgação do Boletim Focus, que manteve as projeções para a taxa básica de juros (Selic) em 15% ao fim de 2025, com perspectiva de recuo gradual nos anos seguintes. As expectativas para inflação e PIB também permaneceram estáveis, reforçando a percepção de previsibilidade no cenário doméstico. Além do ambiente econômico, a semana marca a abertura da COP30, em Belém (PA), primeira conferência global do clima no país desde a ECO-92. Em discurso de abertura, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a ampliação do comércio internacional e destacou que “é mais barato financiar o clima do que guerras”, reforçando o papel do Brasil na liderança ambiental. O resultado do pregão reflete a combinação de confiança externa, estabilidade das expectativas internas e otimismo político global. Com a perspectiva de acordo nos Estados Unidos e o início da COP30 no Brasil, o mercado brasileiro mantém trajetória positiva e consolida o melhor desempenho anual desde 2019, com avanço de mais de 29% em 2025. Por Redação Brasil NewsFoto: Miguel Schincariol / AFP

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Aneel quer mudar regra e incluir automaticamente milhões de consumidores na tarifa branca de energia.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estuda aplicar a tarifa branca de forma automática a 2,5 milhões de clientes a partir de 2026. A medida muda o valor da conta de luz conforme o horário do consumo, encarecendo o pico e barateando as horas de menor demanda.

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