Níger ganha espaço no campo como planta de cobertura que melhora o solo e atrai polinizadores.

O níger, planta rústica e versátil, tem se destacado entre produtores rurais por sua capacidade de recuperar solo, reduzir plantas daninhas e atrair abelhas em períodos de escassez de flores. Com fácil cultivo e boa adaptação ao clima brasileiro, a espécie se consolida como alternativa sustentável em sistemas de rotação e integração agrícola.

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Novo mapa agrícola revela avanço da cana no Centro-Oeste, migração dos pomares de laranja e expansão da soja pelo país.

Um levantamento da Embrapa mostra que, nas últimas duas décadas, a produção agrícola brasileira passou por rearranjos significativos. A cana-de-açúcar expandiu-se para Goiás e Mato Grosso do Sul, os pomares de laranja migraram dentro do próprio estado de São Paulo por causa do greening, e a soja abriu novas fronteiras no Matopiba e Norte do país. Já o milho se concentrou em menos regiões, impulsionado pelo fortalecimento da safrinha.

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Cerrado revela riqueza em superfrutas nativas; conheça cinco espécies com alto potencial econômico.

Reconhecido pela biodiversidade única, o Cerrado abriga frutas nativas com valor cultural, nutricional e econômico. De pequi a jatobá, essas espécies ganham espaço em projetos de restauração, na gastronomia e na indústria, impulsionando renda sustentável para produtores da região.

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Tucumã: o fruto amazônico campeão em vitamina A que impulsiona saúde, cosméticos e renda local.

Nativo da Amazônia, o tucumã é um fruto de alto valor nutricional e cultural. Rico em vitamina A e em compostos antioxidantes, ele se destaca tanto na alimentação quanto na indústria cosmética. A palmeira também fornece palha para artesanato, fortalecendo economias tradicionais e ampliando oportunidades sustentáveis na região.

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Cesta de Natal deve ficar 4,5% mais cara em 2025, mas avanço é menor que o do ano passado.

Levantamento da Fipe indica que a cesta de produtos natalinos terá alta de 4,53% em 2025, valor bem abaixo do aumento registrado em 2024. Entre os itens tradicionais, o azeite foi o único a apresentar queda expressiva, enquanto peru, azeitonas e chocolates lideram as altas.

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Exportadores temem perda definitiva do café brasileiro no mercado dos EUA após avanço de concorrentes sem tarifas.

A manutenção da tarifa de 40% imposta pelos Estados Unidos coloca o café brasileiro em desvantagem frente a países que agora exportam com tarifa zero. Exportadores afirmam que fabricantes norte-americanas já alteraram seus blends e alertam que o Brasil pode perder espaço de forma irreversível.

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Exportações de carne bovina aos EUA dependem da competitividade interna, avalia Abiec

Mesmo após a redução de 10% na tarifa aplicada pelos Estados Unidos à carne bovina brasileira, a Abiec afirma que o avanço das exportações ainda está condicionado ao preço do boi gordo no mercado interno. Com custos elevados e margens apertadas, frigoríficos avaliam que a competitividade doméstica será determinante para qualquer aumento nos embarques.

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Casos de contaminação por metanol derrubam vendas de bebidas alcoólicas em São Paulo

Após a confirmação dos primeiros casos de intoxicação por metanol no estado, o consumo de destilados registrou queda acentuada. Dados analisados pela Neogrid mostram retração próxima de 30% nas vendas, com gin, rum e whisky entre os mais afetados.

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Fictor apresenta ao Banco Central proposta formal para comprar o Banco Master com aporte de R$ 3 bilhões.

A Fictor Holding Financeira protocolou no Banco Central o pedido de autorização para adquirir o Banco Master S.A., em uma operação que inclui aporte bilionário e participação de investidores dos Emirados Árabes. A reestruturação prevê a venda separada do Will Bank e do Banco Master de Investimentos para outros grupos.

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Economista Esther Duflo defende precificação do carbono e repasses diretos a populações vulneráveis na COP30.

Durante sua participação na COP30, em Belém, a economista francesa e Nobel de 2019, Esther Duflo, reforçou que países pobres também precisam adotar mecanismos de precificação do carbono. Para ela, a combinação entre taxação das emissões e transferência de renda é a base para um modelo global de financiamento climático capaz de reduzir desigualdades e enfrentar os impactos do aquecimento global.

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