Vida criada em laboratório? Cientistas anunciam primeira célula sintética capaz de crescer e se multiplicar sozinha.

Pesquisadores da Universidade de Minnesota desenvolveram as primeiras células sintéticas criadas do zero capazes de crescer, copiar seu DNA e se dividir. Batizadas de SpudCells, elas representam um avanço histórico na biologia sintética e podem acelerar pesquisas em medicina, biotecnologia e produção de novos medicamentos.

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Nem guepardo, nem escorpião: aranha australiana surpreende cientistas ao atingir velocidade impressionante e pode entrar para o Guinness.

Uma pesquisa realizada por cientistas do Reino Unido e da Alemanha revelou que uma aranha-huntsman da Austrália pode ser a mais rápida do planeta. O aracnídeo atingiu 3,59 metros por segundo, superando com folga a velocidade da atual detentora do recorde mundial reconhecido pelo Guinness.

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Curitiba virou a capital da aranha-marrom? Cientistas revelam por que a cidade lidera acidentes há décadas.

Após mais de 30 anos de pesquisas, especialistas explicam os fatores que fizeram Curitiba se tornar referência nacional em acidentes envolvendo a aranha-marrom. O estudo mostra que o problema está ligado às características urbanas da cidade, ao comportamento da espécie e à desinformação sobre formas eficazes de prevenção.

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Alerta no prato: estudo revela que mexilhões podem acumular microplásticos e levar poluentes ao organismo humano.

Pesquisa conduzida por cientistas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) identificou que mexilhões não conseguem diferenciar alimento natural de partículas plásticas presentes na água. A descoberta reforça preocupações sobre a presença crescente de microplásticos na cadeia alimentar e seus possíveis impactos à saúde humana.

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Nova caneta para emagrecimento promete derreter gordura sem comprometer músculos e já desperta expectativa mundial.

Uma nova medicação em fase avançada de estudos clínicos vem chamando a atenção da comunidade científica por apresentar resultados promissores na redução de peso. Além da perda significativa de gordura corporal, o tratamento demonstrou potencial para preservar a massa muscular dos participantes, um dos maiores desafios dos medicamentos para emagrecimento.

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