Guerra contra o Irã já custa US$ 43,6 bilhões aos EUA e aumenta pressão sobre Trump.

A participação dos Estados Unidos na guerra contra o Irã já custou cerca de US$ 43,6 bilhões aos cofres americanos, segundo uma estimativa atualizada do Comando Central dos EUA. O conflito, iniciado no fim de fevereiro, consumiu bilhões em armamentos, pressionou estoques de mísseis de defesa e se tornou um problema econômico e político para Donald Trump às vésperas das eleições legislativas de novembro.

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Houthis dão garantia aos EUA sobre navios no Mar Vermelho, mas ameaçam ampliar guerra contra aliados da Arábia Saudita.

Os houthis afirmaram ter garantido a Washington que não atacarão embarcações dos Estados Unidos no Mar Vermelho, numa tentativa de evitar um confronto direto com o governo de Donald Trump. Ao mesmo tempo, o grupo advertiu outros países contra uma eventual entrada na guerra ao lado da Arábia Saudita e prometeu manter ataques contra o reino. As declarações surgem enquanto a guerra no Iêmen volta a escalar e o controle de áreas próximas ao estratégico estreito de Bab el-Mandeb aumenta a preocupação com o comércio e o transporte de petróleo.

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Xi chega aos EUA em posição mais confortável e coloca Trump diante de negociações decisivas sobre comércio e Taiwan.

Xi Jinping fará uma visita de Estado aos Estados Unidos entre 23 e 25 de setembro e se reunirá com Donald Trump em Washington. O encontro acontece em um momento de forte desempenho das exportações chinesas e de pressão política e econômica sobre o governo americano. Comércio, inteligência artificial, Taiwan e a guerra envolvendo o Irã estão entre os temas que podem dominar a agenda.

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Houthis avançam no Iêmen, colocam Arábia Saudita contra a parede e expõem limites do apoio dos EUA.

O movimento houthi ampliou seu domínio no oeste do Iêmen após uma rápida ofensiva pela costa do Mar Vermelho, conquistando áreas estratégicas próximas ao estreito de Bab el-Mandeb. O avanço pressiona a Arábia Saudita, fortalece a influência regional do Irã e reacende questionamentos sobre até onde os Estados Unidos estão dispostos a defender seus aliados no Golfo.

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Organização de Cooperação de Xangai celebra 25 anos em cúpula no Quirguistão sob impacto de tensões globais.

Reunião de chefes de Estado em Bishkek reforça a parceria geopolítica entre China e Rússia, mas expõe limitações do bloco diante dos recentes ataques norte-americanos ao Irã e de rivalidades internas.

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Líderes militares dos EUA alertam Pentágono que guerra prolongada contra o Irã é “insustentável”.

Documento sigiloso da alta cúpula das Forças Armadas aponta riscos à defesa nacional americana, esgotamento da frota naval e comprometimento das operações estratégicas na Europa, Ásia e América Latina.

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Petróleo opera em baixa com mercado atento a novas sanções dos EUA contra o Irã e bolsas asiáticas fecham em queda.

Os preços internacionais do petróleo registram recuo nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira (24). A movimentação dos investidores reflete a cautela e a expectativa em torno dos detalhes do novo pacote de sanções econômicas que a administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende aplicar contra o governo do Irã.

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EUA anunciam “Dia D econômico” e prometem a maior ofensiva financeira da história para isolar o regime do Irã.

O governo dos Estados Unidos, sob o comando do presidente Donald Trump, anunciou o início de um “Dia D econômico” com o objetivo de estrangular as fontes de receita do Irã e isolar o país do sistema financeiro global. O plano, classificado pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, como a maior ofensiva financeira já lançada contra uma nação rival, foca em sanções secundárias severas contra terceiros países e empresas que continuarem a negociar petróleo, operar rotas de transporte ou facilitar transações bancárias com Teerã.

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EUA brincam com o fogo? Pressão militar e sanções contra o Irã podem disparar petróleo e paralisar a maior economia do mundo.

A política externa de confronto adotada pelos Estados Unidos em relação ao Irã ameaça desencadear um colapso na oferta de commodities e inflacionar o custo de vida global. Em entrevista ao programa WW, o renomado economista Marcello Estevão, do Institute of International Finance (IIF), alertou que o endurecimento de sanções e ameaças militares por parte do governo americano atua diretamente para encarecer o barril de petróleo, agravando um choque de oferta em um momento delicado, marcado por pressões inflacionárias brutais e pelo patamar histórico de US$ 40 trilhões na dívida pública dos EUA.

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Trump reduz exercícios militares com a Coreia do Sul e cita aproximação com Kim Jong-un.

Presidente dos Estados Unidos afirma que as manobras conjuntas são caras e enviam uma mensagem hostil à Coreia do Norte. Seul diz que continuará coordenando os exercícios com Washington, enquanto especialistas alertam para possíveis impactos na capacidade de dissuasão na região.

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