Inflação dispara 0,82% em setembro e volta a superar teto da meta no Brasil.

O IPCA avançou 0,82% em setembro, após queda de 0,32% em agosto, e acumulou alta de 4,58% em 12 meses. Energia elétrica, transportes e alimentos pressionaram o orçamento das famílias, enquanto todos os nove grupos pesquisados pelo IBGE registraram aumento de preços.

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Japão eleva juros ao maior nível em 31 anos e Banco Central abre caminho para novas altas.

O Banco do Japão elevou a taxa básica de juros de 1% para 1,25%, o maior nível em 31 anos. A decisão foi aprovada por 7 votos a 2 e marcou uma mudança importante na estratégia da autoridade monetária, que agora passa a enfatizar o risco de a inflação superar a meta de 2%. Mesmo com o aperto, o iene perdeu valor após o anúncio.

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Ouro bilionário da Venezuela pode deixar Londres e ir para Nova York em acordo histórico de US$ 4 bilhões.

Governo interino venezuelano e oposição estão próximos de um acordo que pode retirar cerca de US$ 4 bilhões em ouro do Banco da Inglaterra e transferir as reservas para o Federal Reserve de Nova York. A operação ainda não foi oficialmente concluída e, segundo o Financial Times, incluiria restrições para impedir a venda imediata do metal.

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Trump pressiona Fed após alta dos juros e exige corte rápido: “1% ou menos”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Federal Reserve nesta quarta-feira (16) depois que o banco central americano elevou os juros pela primeira vez desde 2023. Mesmo discordando da decisão, Trump evitou um ataque frontal ao presidente do Fed, Kevin Warsh, indicado por ele para o cargo.

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Presidente do Fed, Kevin Warsh, alerta para inflação persistente e indica manutenção de juros altos nos Estados Unidos.

Em primeiro discurso no simpósio de Jackson Hole, chefe do banco central americano sinaliza que política monetária não está restritiva e reforça prioridade no combate à alta de preços.

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EUA brincam com o fogo? Pressão militar e sanções contra o Irã podem disparar petróleo e paralisar a maior economia do mundo.

A política externa de confronto adotada pelos Estados Unidos em relação ao Irã ameaça desencadear um colapso na oferta de commodities e inflacionar o custo de vida global. Em entrevista ao programa WW, o renomado economista Marcello Estevão, do Institute of International Finance (IIF), alertou que o endurecimento de sanções e ameaças militares por parte do governo americano atua diretamente para encarecer o barril de petróleo, agravando um choque de oferta em um momento delicado, marcado por pressões inflacionárias brutais e pelo patamar histórico de US$ 40 trilhões na dívida pública dos EUA.

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Banco Central corta Selic para 14%, mas evita indicar próximos passos e mantém alerta sobre inflação.

O Banco Central divulgou a ata da reunião do Copom que levou a taxa Selic para 14% ao ano. Apesar do quarto corte consecutivo, a autoridade monetária adotou um tom cauteloso e deixou em aberto a continuidade do ciclo de redução dos juros. A preocupação com a inflação, as expectativas ainda acima da meta e os efeitos da política fiscal aparecem entre os principais pontos de atenção.

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Corte da Selic para 14% divide mercado e reacende alerta para risco de recessão.

A redução da taxa Selic para 14% ao ano agradou parte do comércio, mas foi considerada insuficiente pela indústria. Economistas avaliam que os juros continuarão elevados por um longo período, enquanto especialistas alertam para o risco de desaceleração econômica e possível recessão nos próximos anos.

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Inflação perde força em junho, mas alimentos e conta de luz continuam pesando no bolso dos brasileiros.

A prévia da inflação oficial do país desacelerou para 0,41% em junho, segundo dados divulgados pelo IBGE. Apesar da redução em relação ao mês anterior, os preços dos alimentos e o aumento da energia elétrica seguiram como os principais responsáveis pela alta do custo de vida.

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Banco Central faz alerta e admite que reduzir inflação rapidamente exigiria choque nos juros.

O Banco Central informou que trazer a inflação de volta à meta dentro do prazo inicialmente considerado exigiria mudanças bruscas na taxa Selic. Segundo a instituição, uma estratégia mais gradual pode evitar impactos excessivos na economia e nos mercados financeiros, mesmo que a convergência para a meta ocorra apenas em 2028.

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