Lula dispara sobre combustíveis e culpa guerra: “Brasil paga por decisões de potências”

Durante evento em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a alta nos combustíveis está diretamente ligada ao conflito no Oriente Médio. Ele criticou potências globais e acusou setores internos de aproveitarem a crise para lucrar.

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Europa trava juros e liga alerta global após disparada histórica da energia com guerra.

O Banco Central Europeu decidiu manter as taxas de juros inalteradas em março, mas sinalizou preocupação com os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre a inflação e o crescimento econômico. A disparada nos preços do petróleo e do gás aumentou a incerteza no cenário global.

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Meirelles dispara: gastos sociais e “jeitinhos fiscais” travam crescimento do Brasil.

O ex-ministro Henrique Meirelles defendeu reformas estruturais urgentes e criticou o aumento de gastos públicos e benefícios fiscais. Segundo ele, sem ajuste fiscal rigoroso, o país continuará enfrentando juros altos e crescimento limitado.

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Guerra no Irã ameaça travar queda dos juros no Brasil e pode pesar ainda mais no bolso do brasileiro.

A escalada do conflito no Oriente Médio elevou o preço do petróleo e reacendeu o risco de inflação no Brasil, colocando em dúvida o início da queda da taxa Selic e impactando diretamente crédito, consumo e custo de vida.

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Guerra no Irã dispara commodities e pode beneficiar exportações do Brasil, dizem especialistas.

O conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã está pressionando os preços globais de petróleo, fertilizantes e alimentos. Especialistas apontam que o Brasil pode se beneficiar com a valorização das commodities, embora os efeitos também possam gerar inflação interna e incertezas econômicas.

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Mercado muda o tom e sinaliza virada: juros podem cair antes do esperado enquanto inflação perde força.

Após semanas de estabilidade, economistas revisam projeções e indicam redução na expectativa da taxa básica de juros, queda na inflação e leve melhora no crescimento econômico. O cenário reacende debates sobre os rumos da economia brasileira nos próximos anos.

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Inflação acelera no início de 2026, pressiona bolso do brasileiro e desafia meta do Banco Central.

O IPCA subiu 0,33% em janeiro e atingiu 4,44% no acumulado de 12 meses, ficando acima do centro da meta. Alta dos combustíveis impulsionou o índice, enquanto a queda na energia ajudou a conter um avanço ainda maior.

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Inflação desacelera, mas aperto continua: brasileiros fecham 2025 pagando mais caro para viver.

Mesmo abaixo do teto da meta, a inflação oficial de 2025 encerrou o ano em 4,26%, pressionada principalmente por habitação, saúde e educação. O número surpreende positivamente, mas não elimina a sensação de custo de vida elevado no dia a dia da população.

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Brasil fica isolado entre emergentes ao manter juros em 15% e amplia incertezas para 2026.

A decisão do Banco Central de manter a Selic em 15% ao ano tornou o Brasil o único país do Brics a não reduzir juros em 2025. Enquanto Índia, Rússia e China promoveram cortes, o BC brasileiro sinalizou cautela diante da persistência da inflação e do aquecimento do mercado de trabalho. Especialistas avaliam que um possível alívio só deve ocorrer em 2026.

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