Inflação acelera no início de 2026, pressiona bolso do brasileiro e desafia meta do Banco Central.

O IPCA subiu 0,33% em janeiro e atingiu 4,44% no acumulado de 12 meses, ficando acima do centro da meta. Alta dos combustíveis impulsionou o índice, enquanto a queda na energia ajudou a conter um avanço ainda maior.

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Inflação desacelera, mas aperto continua: brasileiros fecham 2025 pagando mais caro para viver.

Mesmo abaixo do teto da meta, a inflação oficial de 2025 encerrou o ano em 4,26%, pressionada principalmente por habitação, saúde e educação. O número surpreende positivamente, mas não elimina a sensação de custo de vida elevado no dia a dia da população.

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Brasil fica isolado entre emergentes ao manter juros em 15% e amplia incertezas para 2026.

A decisão do Banco Central de manter a Selic em 15% ao ano tornou o Brasil o único país do Brics a não reduzir juros em 2025. Enquanto Índia, Rússia e China promoveram cortes, o BC brasileiro sinalizou cautela diante da persistência da inflação e do aquecimento do mercado de trabalho. Especialistas avaliam que um possível alívio só deve ocorrer em 2026.

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Governo ajusta previsão do salário mínimo de 2026 para R$ 1.627 após nova estimativa da inflação.

A projeção do salário mínimo para 2026 foi revisada para baixo pelo governo federal, passando de R$ 1.631 para R$ 1.627. A mudança ocorreu após a atualização das estimativas de inflação, que ficaram abaixo do previsto inicialmente.

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Cesta de Natal deve ficar 4,5% mais cara em 2025, mas avanço é menor que o do ano passado.

Levantamento da Fipe indica que a cesta de produtos natalinos terá alta de 4,53% em 2025, valor bem abaixo do aumento registrado em 2024. Entre os itens tradicionais, o azeite foi o único a apresentar queda expressiva, enquanto peru, azeitonas e chocolates lideram as altas.

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Dívida Pública cai em setembro e fecha o mês em R$ 8,12 trilhões.

Com o vencimento de títulos atrelados à Selic, a Dívida Pública Federal apresentou leve recuo de 0,28% em setembro, após ultrapassar pela primeira vez a marca de R$ 8 trilhões em agosto. Apesar da queda, o Tesouro Nacional projeta que o valor seguirá em alta até o fim do ano.

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Milei enfrenta crise política e econômica na véspera das eleições legislativas argentinas.

A poucas horas das eleições de meio de mandato na Argentina, o presidente Javier Milei vive o momento mais delicado de seu governo. Enfraquecido por escândalos e pela instabilidade cambial, o líder libertário tenta garantir apoio no Congresso para sustentar seu plano econômico e conter o avanço da inflação.

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