Açaí ganha destaque na COP30 e simboliza o avanço da bioeconomia amazônica.

De alimento tradicional das comunidades ribeirinhas à vitrine internacional, o açaí se consolida como um dos maiores símbolos da bioeconomia brasileira. O fruto movimentou quase R$ 8 bilhões em 2024 e deve continuar crescendo, impulsionado pelo manejo sustentável e pela expansão global de marcas brasileiras.

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Atrasos em portos brasileiros geram prejuízo de R$ 9 milhões nas exportações de café.

Com navios retidos e custos logísticos crescentes, exportadores de café acumulam perdas milionárias e cobram agilidade no leilão do terminal Tecon Santos. O setor alerta que a falta de infraestrutura ameaça também outras cadeias do agronegócio brasileiro.

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China suspende importação de carne uruguaia após detectar resíduos químicos.

Autoridades chinesas devolveram contêineres de carne bovina do Uruguai após encontrarem vestígios de medicamentos antiparasitários. O episódio acendeu um alerta no setor pecuário e levou o governo uruguaio a adotar novas medidas de controle sanitário.

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Trump ameaça suspender comércio com a China após boicote à soja americana.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a endurecer o tom contra a China em meio à crescente guerra comercial entre as duas maiores economias do planeta. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira (14), o republicano ameaçou romper relações comerciais com o país asiático em resposta ao boicote chinês à soja americana. Segundo Trump, a decisão de Pequim de interromper a compra do grão dos Estados Unidos representa um ato “economicamente hostil” e exige uma reação imediata. “Estamos considerando encerrar os negócios com a China relacionados ao óleo de cozinha e outros produtos comerciais, como retribuição”, declarou o presidente. A fala acontece poucos dias depois de Washington anunciar uma tarifa adicional de 100% sobre as importações chinesas, com início previsto para 1º de novembro. Além das tarifas, o governo norte-americano também informou que irá restringir a exportação de softwares estratégicos, alegando preocupações de segurança nacional. Em resposta, Pequim publicou uma nota classificando as novas medidas como “hipócritas e provocativas”. O governo chinês anunciou que planeja controlar as exportações de elementos de terras raras, insumos cruciais para a indústria tecnológica global, e prometeu “retaliações firmes” caso as restrições americanas avancem. Apesar das declarações duras, Trump tentou amenizar o impacto das tensões ao afirmar que acredita em um reequilíbrio comercial futuro. “Não se preocupem com a China, vai ficar tudo bem”, disse ele em outra postagem. “O respeitadíssimo Presidente Xi acaba de passar por um momento difícil.” A nova rodada de trocas de acusações marca mais um capítulo da longa guerra comercial EUA–China, iniciada anos atrás e reacesa em 2025 com tarifas bilaterais e disputas por influência tecnológica. O impasse tem gerado incerteza nos mercados agrícolas e industriais, especialmente entre os produtores de soja norte-americanos, principais afetados pelo boicote chinês. Foto: Spencer Platt / Getty Images

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Senado reage a tarifaço dos EUA e aprova pacote emergencial para proteger indústria brasileira

Com objetivo de conter os impactos das novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos, o Senado Federal aprovou um pacote de medidas que visa preservar empregos e incentivar empresas exportadoras. A proposta prevê benefícios fora do teto de gastos, evitando perdas bilionárias à economia nacional.

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Alta no óleo de soja impulsiona preços em Chicago mesmo com queda de outras commodities

Enquanto o mercado agrícola registra baixas generalizadas nesta segunda-feira (16), o óleo de soja surpreende com forte valorização acima de 5%, sustentando os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago. O movimento reflete a nova meta de biocombustíveis nos EUA e o clima de incerteza geopolítica.

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Macron condiciona acordo Mercosul-UE à adoção de regras ambientais europeias pelo agro

Durante entrevista exclusiva, o presidente francês Emmanuel Macron afirmou que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia poderá ser concluído até o final de 2025, desde que os países sul-americanos adotem padrões ambientais equivalentes aos da Europa no setor agrícola.

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