Estados Unidos assumem controle de terras raras no Brasil com aporte bilionário do Pentágono

A USA Rare Earth concluiu a capitalização de US$ 1,55 bilhão para adquirir 100% da mineradora Serra Verde em Goiás; operação conta com US$ 750 milhões diretos do Departamento de Defesa americano para garantir fornecimento estratégico de minerais críticos fora da Ásia.

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Adeus à viagem até o Paraguai? Correios começam a entregar compras de lojas paraguaias diretamente no Brasil.

Nova modalidade dos Correios permite que brasileiros comprem em varejistas do Paraguai e recebam os produtos em casa, mas há limite de peso, tributação e regras específicas para a importação.

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Crise no varejo e grandes marcas! As 10 empresas que enfrentam dívidas bilionárias e reestruturações extremas no Brasil em 2026.

O cenário corporativo brasileiro abriu o ano de 2026 sob intensa turbulência financeira. Grandes companhias dos setores de varejo, energia, petroquímica e saúde enfrentam passivos bilionários e têm recorrido com frequência à Justiça para protocolar pedidos de recuperação judicial e extrajudicial. Além de redefinir o mercado nacional, o momento tem gerado intensos debates econômicos e políticos sobre as altas taxas de juros, o endividamento das famílias e a concorrência global, forçando marcas históricas a fecharem centenas de lojas, venderem ativos e negociarem prazos com credores para tentarem escapar da falência.

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Queda da Evergrande chega ao fundador: Hui Ka Yan é condenado à prisão perpétua na China.

O fundador da incorporadora Evergrande, Hui Ka Yan, foi condenado à prisão perpétua por um tribunal chinês após se declarar culpado de oito acusações relacionadas a crimes financeiros. A Justiça também determinou o confisco de seus bens. Outros cinco executivos receberam penas de seis a 18 anos.

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Casas Bahia entra em recuperação judicial com dívida de R$ 17,3 bilhões e anuncia fechamento de 298 lojas.

Uma das maiores redes varejistas do país recorreu à Justiça para reorganizar suas finanças diante do aumento das dívidas, juros elevados e dificuldades de acesso a crédito. A empresa pretende reduzir a estrutura física, renegociar obrigações e concentrar esforços nas operações consideradas mais rentáveis.

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O colapso da gigante? Casas Bahia fecha quase 300 lojas de uma só vez, demite milhares e adia balanço sob clima de tensão.

A Casas Bahia protagonizou uma das maiores e mais agressivas reduções de estrutura de sua história recente ao fechar 298 lojas físicas e demitir cerca de 1,9 mil colaboradores em uma única cartada. Pressionada por prejuízos bilionários e sob forte reestruturação, a gigante do varejo ainda pegou o mercado de surpresa ao adiar a divulgação dos seus resultados financeiros, acendendo o sinal de alerta entre fornecedores e investidores sobre o futuro da operação.

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O fim do dinheiro físico e dos salários? Elon Musk prevê era de dependência estatal e levanta alerta global.

O avanço vertiginoso da inteligência artificial pode redefinir completamente a economia global e as relações sociais na próxima década. Durante entrevista concedida ao veículo The Economist, o bilionário e empresário Elon Musk afirmou que a IA deverá superar a capacidade intelectual humana em cerca de cinco anos, criando um cenário de abundância capaz de tornar a moeda física e o conceito tradicional de trabalho obsoletos em um horizonte de dez anos.

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Miami virou o novo refúgio dos ultrarricos — e o preço para morar no paraíso já supera o de Nova York.

A concentração de bilionários em Miami está transformando o mercado imobiliário da cidade. Compras de mansões que chegam a centenas de milhões de dólares, a presença de nomes como Mark Zuckerberg e Jeff Bezos e a busca por segurança, clima favorável e vantagens fiscais colocaram o sul da Flórida no centro da disputa global pelo dinheiro das grandes fortunas.

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Brasil tem capital de sobra, mas continua travado: por que o país não consegue transformar riqueza em crescimento?

O Brasil reúne recursos naturais, mercado consumidor e potencial para atrair investimentos, mas enfrenta obstáculos institucionais que dificultam a transformação de capital em infraestrutura, tecnologia, produtividade e empregos. A análise também questiona a dependência do gasto público como principal motor da economia.

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Corte da Selic para 14% divide mercado e reacende alerta para risco de recessão.

A redução da taxa Selic para 14% ao ano agradou parte do comércio, mas foi considerada insuficiente pela indústria. Economistas avaliam que os juros continuarão elevados por um longo período, enquanto especialistas alertam para o risco de desaceleração econômica e possível recessão nos próximos anos.

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