O “dia seguinte” da ilha! Elite cubana em Miami projeta tomada de negócios pós-comunismo com bênção do governo Trump,

A aristocracia cubano-americana radicada em Miami (EUA) está articulando ativamente a transição econômica para o “dia seguinte” ao eventual colapso do regime comunista de Cuba. Reunidos em mansões de luxo na baía de Biscayne sob o selo da recém-criada Câmara Nacional de Comércio Cubano-Americana (Cancc), influentes empresários das famílias tradicionais que perderam bens com a Revolução de 1959 afirmam estar prontos para “fazer negócios imediatamente” na ilha assim que a ditadura ruir, contando com o apoio diplomático e político da gestão do presidente Donald Trump e de figuras-chave como o secretário de Estado Marco Rubio.

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Lula diz que plano fiscal de Flávio ameaça programas sociais; candidato do PL nega cortes em benefícios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elevou o tom contra as propostas econômicas de Flávio Bolsonaro (PL) e afirmou que um eventual governo do senador poderia promover cortes em programas sociais para realizar o ajuste fiscal prometido durante a campanha presidencial. As declarações foram feitas nesta quinta-feira (8), em meio ao debate sobre uma proposta da equipe econômica de Flávio para reduzir despesas públicas em aproximadamente R$ 200 bilhões. Lula utilizou como exemplo o projeto de Orçamento para 2023 elaborado pelo governo do então presidente Jair Bolsonaro em 2022. Segundo o petista, aquela proposta previa reduções expressivas em diferentes políticas públicas. Entre os números citados por Lula estavam cortes de 59% no Farmácia Popular, 50,7% no Mais Médicos, 45% em ações de prevenção e controle do câncer e 97% em recursos destinados à infraestrutura escolar. O presidente também mencionou reduções em verbas para prevenção de desastres, construção de cisternas, assistência social e habitação. Para Lula, esse histórico serviria de alerta diante da proposta atual de forte redução das despesas federais defendida por integrantes da campanha adversária. Flávio nega intenção de cortar benefícios Flávio Bolsonaro rejeitou as acusações e afirmou que não pretende realizar o ajuste fiscal às custas da população mais vulnerável. O candidato declarou que o Bolsa Família será preservado. “Bolsa Família é sagrado, ninguém toca”, afirmou. Flávio também negou que pretenda acabar com ganhos reais nas aposentadorias. Segundo o senador, um eventual governo sob seu comando manteria reajustes acima da inflação para aposentados do INSS. “Eu não vou fazer economia em cima de quem precisa, das pessoas mais carentes desse Brasil”, declarou. O candidato também classificou como falsa a afirmação de que pretende acabar com os reajustes das aposentadorias. Ajuste de aproximadamente R$ 200 bilhões ainda tem poucas definições Integrantes da equipe econômica de Flávio Bolsonaro defendem um forte ajuste das contas públicas. Uma das referências discutidas é uma economia equivalente a aproximadamente 1,5% do Produto Interno Bruto, valor próximo de R$ 200 bilhões. Outras discussões internas já mencionaram um ajuste de até 2% do PIB. Apesar dos valores apresentados, ainda existem poucas definições públicas sobre quais despesas seriam efetivamente reduzidas. Entre as medidas debatidas por assessores estão redução de estruturas administrativas, revisão de gastos públicos, combate a fraudes, mudanças nas despesas obrigatórias e alterações constitucionais. Integrantes da campanha afirmam que programas destinados às famílias de baixa renda devem ser preservados. Não existe, até o momento, uma proposta oficial de Flávio Bolsonaro determinando cortes específicos no Bolsa Família, Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida ou nos demais programas mencionados por Lula. Aposentadorias viraram centro da disputa Outro ponto de divergência envolve a Previdência e o Benefício de Prestação Continuada, o BPC. Integrantes da equipe econômica de Flávio chegaram a discutir mudanças na forma de crescimento de despesas vinculadas ao salário mínimo como maneira de reduzir o gasto público. O próprio candidato, porém, rejeitou publicamente a possibilidade de retirar ganhos reais das aposentadorias. Ele declarou que pretende conceder reajustes acima da inflação caso seja eleito. A promessa aumenta o desafio para a equipe econômica apresentar uma fórmula capaz de produzir uma economia de aproximadamente R$ 200 bilhões sem atingir grandes despesas obrigatórias. Saúde, educação, Previdência, assistência social e folha de pagamento representam parcela significativa do Orçamento federal. Lula usa Orçamento de Bolsonaro como comparação Durante a entrevista, Lula também afirmou que políticas de ajuste fiscal adotadas por governos conservadores costumam atingir principalmente a população de menor renda. Ele citou novamente a proposta orçamentária recebida quando retornou à Presidência em janeiro de 2023. Entre os exemplos mencionados estão reduções previstas para o Minha Casa Minha Vida, programas de cisternas no semiárido e o Sistema Único de Assistência Social. Lula lembrou ainda que os valores destinados à merenda escolar ficaram vários anos sem reajuste. O presidente argumentou que a redução da relação entre dívida pública e PIB não depende somente do corte de despesas. Para ele, o crescimento econômico é fundamental para melhorar os indicadores fiscais. “Só tem um jeito de fazer dívida reduzir com PIB: fazendo a economia crescer”, afirmou. Lula também destacou os resultados fiscais registrados durante seus dois primeiros mandatos e defendeu investimentos públicos em infraestrutura como instrumento para estimular a atividade econômica. Debate econômico ganha força no segundo turno A política fiscal se tornou um dos principais pontos de confronto entre as campanhas no segundo turno presidencial. Flávio Bolsonaro defende uma redução expressiva das despesas públicas, uma nova regra fiscal e medidas para conter o crescimento da dívida. Lula, por outro lado, afirma que pretende combinar responsabilidade fiscal com investimentos públicos e manutenção dos programas sociais. A divergência central está justamente em como promover o equilíbrio das contas. Enquanto a campanha de Flávio ainda trabalha no detalhamento das despesas que seriam atingidas pelo ajuste, Lula utiliza o histórico do governo Jair Bolsonaro para argumentar que programas sociais poderiam ficar sob pressão. Flávio rejeita essa interpretação e sustenta que pretende buscar economia principalmente por meio da redução de desperdícios, fraudes e excessos da máquina pública. Com isso, a dimensão e a origem dos cortes prometidos permanecem como uma das principais questões econômicas ainda sem detalhamento completo na disputa presidencial de 2026. Foto: Reprodução/YouTube –Redação – Thiago Salles

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Guerra contra o Irã já custa US$ 43,6 bilhões aos EUA e aumenta pressão sobre Trump.

A participação dos Estados Unidos na guerra contra o Irã já custou cerca de US$ 43,6 bilhões aos cofres americanos, segundo uma estimativa atualizada do Comando Central dos EUA. O conflito, iniciado no fim de fevereiro, consumiu bilhões em armamentos, pressionou estoques de mísseis de defesa e se tornou um problema econômico e político para Donald Trump às vésperas das eleições legislativas de novembro.

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Paraguai supera US$ 1 bilhão com maquila e Brasil concentra 62% das exportações do regime.

As exportações paraguaias realizadas pelo regime de maquila ultrapassaram US$ 1 bilhão entre janeiro e agosto de 2026, crescimento de 30,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O modelo, que aplica um tributo único de 1% em operações enquadradas na legislação, tem no Brasil seu principal destino e vem ampliando sua importância na indústria exportadora do Paraguai.

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Japão eleva juros ao maior nível em 31 anos e Banco Central abre caminho para novas altas.

O Banco do Japão elevou a taxa básica de juros de 1% para 1,25%, o maior nível em 31 anos. A decisão foi aprovada por 7 votos a 2 e marcou uma mudança importante na estratégia da autoridade monetária, que agora passa a enfatizar o risco de a inflação superar a meta de 2%. Mesmo com o aperto, o iene perdeu valor após o anúncio.

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Ouro bilionário da Venezuela pode deixar Londres e ir para Nova York em acordo histórico de US$ 4 bilhões.

Governo interino venezuelano e oposição estão próximos de um acordo que pode retirar cerca de US$ 4 bilhões em ouro do Banco da Inglaterra e transferir as reservas para o Federal Reserve de Nova York. A operação ainda não foi oficialmente concluída e, segundo o Financial Times, incluiria restrições para impedir a venda imediata do metal.

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Selic cai para 13,75% e muda o jogo dos investimentos: veja onde R$ 1 mil pode render mais

Banco Central reduziu a taxa básica de juros pela quinta vez consecutiva. Com a Selic agora em 13,75% ao ano, simulações mostram diferenças relevantes entre poupança, CDBs, Tesouro Selic e fundos de ações para quem pretende investir R$ 1 mil.

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Resgate bilionário! País europeu retira fortuna em ouro dos EUA e transfere toneladas para Londres.

Uma movimentação financeira sem precedentes e cercada de mistério agitou o mercado global. O Banco Central dos Países Baixos concluiu uma operação gigante para resgatar impressionantes 86 toneladas de ouro que estavam sob custódia dos Estados Unidos e do Canadá, transferindo todo o tesouro diretamente para cofres na Inglaterra. A operação, avaliada em um montante estratosférico de aproximadamente 12 bilhões de dólares, acendeu alertas no cenário financeiro internacional sobre os reais motivos por trás do repatriamento dessas reservas estratégicas.

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Impacto econômico no Brasil: Maior complexo da BYD fora da China atinge 5,5 mil empregos em Camaçari com foco na produção de eletrificados.

O ecossistema automotivo brasileiro vive uma de suas maiores transformações industriais impulsionada pela transição para a mobilidade sustentável. Com um investimento massivo de R$ 5,5 bilhões, o complexo fabril da montadora chinesa BYD em Camaçari, na Bahia, completou nove meses de operação consolidando a marca de 5,5 mil postos de trabalho diretos já gerados. A estrutura, que ocupa uma extensão territorial de 4,65 milhões de metros quadrados — equivalente a 645 campos de futebol —, posiciona o país como a principal base operacional da gigante asiática fora do continente chinês.

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Avareza dos ultrarricos: Milionários do Shark Tank e megainvestidores revelam segredos para economizar

Com fortunas acumuladas na casa dos centenas de milhões e bilhões de dólares, personalidades como Kevin O’Leary e Warren Buffett continuam frequentando redes de desconto e buscando pechinchas no cotidiano. Para os grandes magnatas da economia mundial, o hábito de evitar o desperdício com produtos de uso diário não é apenas uma questão de escolha, mas a regra fundamental que garantiu e expandiu seus patrimônios ao longo dos anos.

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