Brasil deve encerrar 2025 como líder mundial em gastos com juros da dívida pública.

Relatórios internacionais indicam que o Brasil deve terminar 2025 no topo do ranking global de despesas com juros da dívida em relação ao PIB. O cenário é resultado da combinação entre elevado endividamento público e taxas de juros altas, o que reacende debates sobre os rumos da política econômica e seus impactos no crescimento do país.

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Esposa de ministro do STF inaugura novo escritório em Brasília no mesmo período de sanção dos EUA.

A advogada Viviane Barci de Moraes abriu um novo escritório de advocacia na capital federal em meio a repercussões políticas e jurídicas envolvendo sanções aplicadas pelo governo norte-americano e contratos milionários ligados ao Banco Master.

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Brasil fica isolado entre emergentes ao manter juros em 15% e amplia incertezas para 2026.

A decisão do Banco Central de manter a Selic em 15% ao ano tornou o Brasil o único país do Brics a não reduzir juros em 2025. Enquanto Índia, Rússia e China promoveram cortes, o BC brasileiro sinalizou cautela diante da persistência da inflação e do aquecimento do mercado de trabalho. Especialistas avaliam que um possível alívio só deve ocorrer em 2026.

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Economia brasileira avança no terceiro trimestre, mas ritmo fica abaixo das expectativas.

O PIB do Brasil registrou crescimento de 0,1% no terceiro trimestre de 2025, segundo dados do IBGE. Apesar do avanço, o resultado veio abaixo do esperado pelo mercado financeiro e reforça o cenário de desaceleração da atividade econômica sob impacto dos juros elevados.

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Operação da PF contra Banco Master leva à liquidação extrajudicial e aumenta pressão sobre o mercado financeiro.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Compliance Zero, que investiga fraudes na emissão de títulos de crédito ligados ao Banco Master. A ação coincidiu com a decisão do Banco Central de decretar a liquidação extrajudicial da instituição, impactando o mercado financeiro, provocando queda na bolsa e acendendo um alerta entre bancos médios e investidores.

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Fictor apresenta ao Banco Central proposta formal para comprar o Banco Master com aporte de R$ 3 bilhões.

A Fictor Holding Financeira protocolou no Banco Central o pedido de autorização para adquirir o Banco Master S.A., em uma operação que inclui aporte bilionário e participação de investidores dos Emirados Árabes. A reestruturação prevê a venda separada do Will Bank e do Banco Master de Investimentos para outros grupos.

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Novo modelo de financiamento promete ampliar crédito imobiliário para a classe média

O governo federal anunciou mudanças nas regras da poupança e no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para aumentar o acesso da classe média ao crédito imobiliário, com juros mais baixos e limite de financiamento ampliado para imóveis de até R$ 2,5 milhões.

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