Haddad Quer Virar a Mesa: Banco Central Pode Tomar Poder da CVM e Mirar Fundos Suspeitos.

Uma proposta em discussão dentro do governo federal pode ampliar significativamente o poder de fiscalização do Banco Central. A ideia, apresentada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prevê que a autoridade monetária passe a supervisionar fundos de investimento — função hoje exercida pela CVM. O movimento ocorre após suspeitas de uso desses fundos para crimes financeiros e esquemas bilionários, reacendendo o embate com o mercado e a oposição.

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Escândalo financeiro explode em Brasília: Banco Central liquida instituição ligada a esquema bilionário e PF entra em campo.

Uma decisão dura do Banco Central do Brasil colocou fim às atividades da Reag, instituição investigada por participação em um suposto esquema de manipulação financeira envolvendo fundos de investimento ligados ao caso Master. A medida ocorre logo após nova fase de operação da Polícia Federal.

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Escândalo bilionário pode cair no colo do governo: BRB admite prejuízo e fala em aporte público após fraude bancária.

O Banco de Brasília admite a possibilidade de receber recursos do Governo do Distrito Federal para cobrir eventuais perdas ligadas a operações com o Banco Master. Investigações apontam a venda de carteiras de crédito inexistentes, em um rombo que pode ultrapassar bilhões de reais.

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Milagre financeiro ou fraude bilionária? Fundo explode 30 mil vezes em 20 dias e acende alerta máximo no Brasil

Um fundo recém-criado ligado à Reag multiplicou seu patrimônio em cerca de 30 mil vezes em menos de um mês após receber R$ 450 milhões oriundos de uma operação do Banco Master. O caso entrou no radar do Banco Central e do Ministério Público Federal.

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Nikolas Ferreira acusa Alexandre de Moraes nas redes e tensão política cresce no Congresso

Publicação do deputado Nikolas Ferreira nas redes sociais reacende embate com o ministro Alexandre de Moraes. O episódio ocorre em meio a denúncias envolvendo o Banco Master, o BRB e o Banco Central, levando a oposição a discutir pedido de impeachment e criação de CPI.

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Brasil deve encerrar 2025 como líder mundial em gastos com juros da dívida pública.

Relatórios internacionais indicam que o Brasil deve terminar 2025 no topo do ranking global de despesas com juros da dívida em relação ao PIB. O cenário é resultado da combinação entre elevado endividamento público e taxas de juros altas, o que reacende debates sobre os rumos da política econômica e seus impactos no crescimento do país.

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Esposa de ministro do STF inaugura novo escritório em Brasília no mesmo período de sanção dos EUA.

A advogada Viviane Barci de Moraes abriu um novo escritório de advocacia na capital federal em meio a repercussões políticas e jurídicas envolvendo sanções aplicadas pelo governo norte-americano e contratos milionários ligados ao Banco Master.

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Brasil fica isolado entre emergentes ao manter juros em 15% e amplia incertezas para 2026.

A decisão do Banco Central de manter a Selic em 15% ao ano tornou o Brasil o único país do Brics a não reduzir juros em 2025. Enquanto Índia, Rússia e China promoveram cortes, o BC brasileiro sinalizou cautela diante da persistência da inflação e do aquecimento do mercado de trabalho. Especialistas avaliam que um possível alívio só deve ocorrer em 2026.

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