O ano de 2026 mal começou e milhares de proprietários de veículos já estão atentos a um velho conhecido: o IPVA. Cobrado anualmente sobre carros, motos, caminhonetes, ônibus e outros veículos, o imposto costuma gerar dúvidas, ansiedade e até sustos no orçamento familiar, principalmente por variar de estado para estado.
O IPVA é um tributo estadual e, por isso, datas, alíquotas e formas de pagamento mudam conforme o local onde o veículo está emplacado. Em São Paulo, por exemplo, o pagamento começa logo em janeiro, com opção de cota única ou parcelamento em até cinco vezes. Já em Minas Gerais, o calendário tem início em fevereiro, com possibilidade de parcelamento até abril.
Para saber exatamente quando e como pagar, o ideal é consultar o Detran do seu estado, onde estão disponíveis os calendários oficiais e orientações atualizadas.
Apesar do medo comum entre os motoristas, não pagar o IPVA não gera multa imediata. O problema aparece depois: sem o imposto quitado, o proprietário não consegue emitir o CRLV, documento obrigatório para circular. E aí sim a infração acontece, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro.
Circular sem licenciamento atualizado é infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e até apreensão do veículo. Ainda assim, quem pretende viajar em janeiro pode ficar mais tranquilo: em muitos estados, as fiscalizações mais rigorosas só começam meses depois, já que os calendários permitem parcelamentos longos.
Mesmo assim, especialistas alertam: o atraso gera juros, e deixar para pagar depois pode sair mais caro. Com o IPVA sendo uma das maiores despesas fixas do ano para quem tem veículo, planejamento é a melhor forma de evitar problemas e começar 2026 sem surpresas desagradáveis.

Foto: Shutterstock
Redação Brasil News