EUA Destroem Fluxo de Petróleo Venezuelano: China e Cuba Ficam sem Carga Após Cerco Naval.

Um cerco marítimo ordenado pelos Estados Unidos interrompeu abruptamente as exportações de petróleo da Venezuela para grandes compradores como China e Cuba, após reforço das ações de interceptação e apreensão de navios sancionados no Caribe e no Atlântico. A paralisação, iniciada após 3 de janeiro, causa impacto direto na logística global de energia e pode pressionar mercados dependentes desse combustível.

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Trump parte para o confronto e ameaça tomar a Groenlândia: “Agora é a hora”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a causar tensão internacional ao acusar a Dinamarca de falhar na proteção da Groenlândia contra a influência russa. Em tom duro, ele citou a Otan e reforçou que pretende assumir o controle do território estratégico no Ártico, provocando reação imediata de países europeus.

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Presídios viram campo de guerra: gangues fazem dezenas de reféns e desafiam o Estado na Guatemala.

Uma série de motins coordenados em presídios da Guatemala deixou mais de 40 agentes penitenciários feitos reféns. A rebelião foi uma resposta direta à transferência de líderes de gangues para um presídio de segurança máxima, medida que o governo afirma não voltar atrás, mesmo sob pressão.

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Chile em chamas: incêndios fora de controle deixam mortos, cidades isoladas e governo em alerta máximo.

Incêndios florestais de grandes proporções atingem o sul do Chile, provocam ao menos 16 mortes, forçam evacuações em massa e colocam o país em estado de emergência. Autoridades admitem risco de agravamento nos próximos dias.

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Irã diz que “voltou à normalidade”, mas mortos, censura e silêncio digital levantam suspeitas sobre o regime.

Após quase dez dias de apagão digital e protestos em massa, o governo do Irã afirma ter restabelecido a calma em Teerã. A internet voltou apenas de forma parcial, sob forte filtragem, enquanto organizações de direitos humanos alertam para números alarmantes de mortos e dificuldades de verificação independente.

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Silêncio imposto à força: protestos no Irã recuam após repressão brutal e ameaça direta dos EUA.

As manifestações que desafiaram o regime iraniano desde o fim de dezembro perderam intensidade após uma forte repressão interna, bloqueios de internet e declarações duras dos Estados Unidos. Apesar da aparente calmaria, organizações internacionais alertam para prisões em massa e o risco de novas violações de direitos humanos.

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Acordo histórico ou bomba-relógio? Lula e União Europeia selam pacto que pode mudar o destino do Brasil.

Após mais de duas décadas de negociações, o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia está prestes a ser assinado. Celebrado por líderes como um marco para o multilateralismo, o tratado promete ampliar mercados e fortalecer economias, mas enfrenta forte resistência de setores europeus que temem impactos severos em suas produções agrícolas.

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Kremlin joga a culpa em Zelenskiy e ecoa Trump: Rússia diz estar pronta para paz e acusa Ucrânia de travar acordo.

O Kremlin afirmou que concorda com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao atribuir ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, a responsabilidade por impedir um acordo de paz para encerrar a guerra. A declaração intensifica o embate diplomático e amplia a divisão entre Washington, Moscou e aliados europeus.

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EUA apertam o cerco: Trump ataca elite do regime iraniano após massacre de manifestantes.

Os Estados Unidos anunciaram um novo pacote de sanções contra autoridades de segurança e redes financeiras ligadas ao regime do Irã, acusadas de comandar uma repressão sangrenta aos maiores protestos da história recente do país. A ofensiva, autorizada pelo presidente Donald Trump, mira altos dirigentes, comandantes militares e esquemas bilionários de lavagem de dinheiro do petróleo iraniano.

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Trump joga dúvidas no ar sobre sucessão no Irã e expõe fragilidade da oposição ao regime de Teerã.

Em entrevista concedida na Casa Branca, o presidente dos EUA, Donald Trump, avaliou com cautela a possibilidade de mudança de regime no Irã e questionou a capacidade de Reza Pahlavi de unir apoio interno para liderar o país. As declarações aumentam a incerteza sobre o futuro político iraniano em meio a protestos e repressão.

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