Jogada milionária levanta suspeitas: Edir Macedo injeta R$ 866 milhões para destravar venda de banco.

Um aporte de R$ 866 milhões realizado por Edir Macedo para viabilizar a venda do banco Digimais entrou na mira de auditores independentes. A operação, feita para atender exigências do Banco Central, gerou questionamentos sobre as condições financeiras adotadas e a estrutura utilizada no processo.

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Ibovespa sobe na marra com Petrobras, enquanto guerra no Oriente Médio deixa mercado à beira do caos.

A bolsa brasileira fechou em leve alta nesta terça-feira (24), impulsionada principalmente pelas ações da Petrobras em meio à disparada do petróleo. Apesar do avanço, o cenário global segue instável com a escalada do conflito no Oriente Médio, mantendo investidores em alerta.

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Dólar recua após disparar com tensão no Oriente Médio e investidores correm para realizar lucros.

Após subir e ultrapassar R$5,28 no início do dia com as tensões envolvendo EUA, Israel e Irã, o dólar perdeu força no mercado brasileiro e passou a cair diante de vendas de moeda por exportadores e investidores que aproveitaram as cotações elevadas para realizar ganhos.

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Fala de Trump sobre fim da guerra derruba petróleo e provoca disparada nas bolsas asiáticas.

Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerindo que o conflito no Oriente Médio pode terminar em breve provocaram forte reação no mercado global. O preço do petróleo despencou mais de 10%, enquanto bolsas asiáticas registraram forte recuperação após dias de tensão nos mercados.

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Dólar dispara após escalada no Oriente Médio e tensão global pressiona o real.

A moeda norte-americana abriu a semana em forte alta frente ao real, refletindo a busca global por ativos de proteção após ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O movimento acompanha a valorização do dólar no exterior e a disparada do petróleo.

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Mercado, Banco Central e governo convergem em estimativas mais moderadas após crescimento de 3,4% no ano anterior.

Mercado, Banco Central e governo convergem em estimativas mais moderadas após crescimento de 3,4% no ano anterior.
O PIB de 2025 será divulgado nesta terça-feira, mas projeções já indicam crescimento menor do que em 2024. Juros elevados e política monetária restritiva são apontados como principais fatores da perda de ritmo.

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