Explode nas redes acusação de “desemprego maquiado”, mas dados mostram outra realidade no IBGE.

Publicações virais colocaram em dúvida os números oficiais do desemprego no Brasil, alegando manipulação ao excluir beneficiários do Bolsa Família. Especialistas e metodologia oficial indicam que a informação é falsa e explicam como o cálculo realmente funciona.

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Trabalho adoece: crise mental já afasta meio milhão de brasileiros e custa bilhões ao país.

O Brasil vive uma escalada silenciosa de adoecimento mental no trabalho. Em 2025, mais de 500 mil afastamentos foram concedidos por transtornos psicológicos, atingindo mais de 2 mil profissões e gerando impacto social e econômico bilionário.

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Enamed escancara falhas na formação médica e coloca em xeque a confiança nos novos profissionais.

O resultado do Enamed reacendeu o debate sobre a qualidade dos cursos de Medicina no Brasil. Enquanto faculdades com nota máxima defendem critérios mais rígidos e veem ganhos de credibilidade, avaliações baixas expõem desigualdades profundas no ensino e levantam dúvidas sobre a preparação de parte dos futuros médicos.

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EMPREGOS ATÉ CRESCEM, MAS O ALERTA DISPARA: BRASIL TEM SEU PIOR DESEMPENHO DESDE A PANDEMIA.

Mesmo com saldo positivo de 1,28 milhão de vagas formais em 2025, o mercado de trabalho brasileiro registra forte desaceleração e apresenta o pior resultado anual desde 2020, acendendo um sinal de alerta para a economia.

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Fiemg critica debate sobre fim da escala 6×1 e aponta baixa produtividade como desafio central do trabalho no Brasil.

Presidente da Fiemg avalia que discussão sobre redução da jornada ignora entraves estruturais do mercado de trabalho e alerta que mudanças sem ganho de produtividade podem comprometer setores inteiros da economia.

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Mulheres ainda ganham 21% menos que homens no setor privado, aponta relatório do Ministério do Trabalho.

Novo levantamento do Ministério do Trabalho mostra que a desigualdade salarial entre homens e mulheres aumentou no último ano. Mulheres negras seguem sendo as mais afetadas, com remuneração até 53% inferior à dos homens não negros.

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Trabalhadores de aplicativos ganham mais por mês, mas com jornadas mais longas, aponta IBGE.

Pesquisa do IBGE mostra que profissionais que atuam por meio de plataformas digitais têm renda mensal superior à média nacional, mas trabalham mais horas e recebem menos por hora. O estudo também revela alto índice de informalidade e baixa contribuição à previdência

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