Inflação dispara 0,82% em setembro e volta a superar teto da meta no Brasil.

O IPCA avançou 0,82% em setembro, após queda de 0,32% em agosto, e acumulou alta de 4,58% em 12 meses. Energia elétrica, transportes e alimentos pressionaram o orçamento das famílias, enquanto todos os nove grupos pesquisados pelo IBGE registraram aumento de preços.

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Japão eleva juros ao maior nível em 31 anos e Banco Central abre caminho para novas altas.

O Banco do Japão elevou a taxa básica de juros de 1% para 1,25%, o maior nível em 31 anos. A decisão foi aprovada por 7 votos a 2 e marcou uma mudança importante na estratégia da autoridade monetária, que agora passa a enfatizar o risco de a inflação superar a meta de 2%. Mesmo com o aperto, o iene perdeu valor após o anúncio.

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Trump pressiona Fed após alta dos juros e exige corte rápido: “1% ou menos”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Federal Reserve nesta quarta-feira (16) depois que o banco central americano elevou os juros pela primeira vez desde 2023. Mesmo discordando da decisão, Trump evitou um ataque frontal ao presidente do Fed, Kevin Warsh, indicado por ele para o cargo.

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Selic cai para 13,75% e muda o jogo dos investimentos: veja onde R$ 1 mil pode render mais

Banco Central reduziu a taxa básica de juros pela quinta vez consecutiva. Com a Selic agora em 13,75% ao ano, simulações mostram diferenças relevantes entre poupança, CDBs, Tesouro Selic e fundos de ações para quem pretende investir R$ 1 mil.

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Chantagem econômica: Trump ameaça cortar comércio global se Fed não cortar juros imediatamente.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom e fazer duras ameaças à política monetária do país. Em uma publicação explosiva nas redes sociais, o chefe do Executivo norte-americano condicionou a continuidade das trocas comerciais com nações com as quais os EUA possuem déficit à redução imediata das taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed), comandado por Kevin Warsh. A declaração gerou apreensão no mercado financeiro global.

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Inadimplência do consignado privado salta para 10% e atinge maior nível da história, aponta Banco Central.

Indicador para trabalhadores do setor privado bate recorde após avanço acelerado de 1,3 ponto percentual em único mês; alta contrasta com estabilidade nas linhas de servidores e aposentados do INSS.

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Banco Central corta Selic para 14%, mas evita indicar próximos passos e mantém alerta sobre inflação.

O Banco Central divulgou a ata da reunião do Copom que levou a taxa Selic para 14% ao ano. Apesar do quarto corte consecutivo, a autoridade monetária adotou um tom cauteloso e deixou em aberto a continuidade do ciclo de redução dos juros. A preocupação com a inflação, as expectativas ainda acima da meta e os efeitos da política fiscal aparecem entre os principais pontos de atenção.

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Corte da Selic para 14% divide mercado e reacende alerta para risco de recessão.

A redução da taxa Selic para 14% ao ano agradou parte do comércio, mas foi considerada insuficiente pela indústria. Economistas avaliam que os juros continuarão elevados por um longo período, enquanto especialistas alertam para o risco de desaceleração econômica e possível recessão nos próximos anos.

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Banco Central faz alerta e admite que reduzir inflação rapidamente exigiria choque nos juros.

O Banco Central informou que trazer a inflação de volta à meta dentro do prazo inicialmente considerado exigiria mudanças bruscas na taxa Selic. Segundo a instituição, uma estratégia mais gradual pode evitar impactos excessivos na economia e nos mercados financeiros, mesmo que a convergência para a meta ocorra apenas em 2028.

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Brasil bate recorde de renda em 2025, mas ganho dos mais ricos volta a subir e freia queda na desigualdade.

O rendimento médio do brasileiro atingiu o maior patamar da história em 2025, impulsionado por um mercado de trabalho aquecido e juros altos que favoreceram investidores. No entanto, após atingir a mínima histórica de desigualdade em 2024, o país registrou uma leve oscilação para cima na concentração de riqueza. Enquanto a renda subiu para todos, o topo da pirâmide lucrou mais com aplicações financeiras e aluguéis, evidenciando o abismo entre os estratos sociais.

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