Corte da Selic para 14% divide mercado e reacende alerta para risco de recessão.

A redução da taxa Selic para 14% ao ano agradou parte do comércio, mas foi considerada insuficiente pela indústria. Economistas avaliam que os juros continuarão elevados por um longo período, enquanto especialistas alertam para o risco de desaceleração econômica e possível recessão nos próximos anos.

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Banco Central faz alerta e admite que reduzir inflação rapidamente exigiria choque nos juros.

O Banco Central informou que trazer a inflação de volta à meta dentro do prazo inicialmente considerado exigiria mudanças bruscas na taxa Selic. Segundo a instituição, uma estratégia mais gradual pode evitar impactos excessivos na economia e nos mercados financeiros, mesmo que a convergência para a meta ocorra apenas em 2028.

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Brasil bate recorde de renda em 2025, mas ganho dos mais ricos volta a subir e freia queda na desigualdade.

O rendimento médio do brasileiro atingiu o maior patamar da história em 2025, impulsionado por um mercado de trabalho aquecido e juros altos que favoreceram investidores. No entanto, após atingir a mínima histórica de desigualdade em 2024, o país registrou uma leve oscilação para cima na concentração de riqueza. Enquanto a renda subiu para todos, o topo da pirâmide lucrou mais com aplicações financeiras e aluguéis, evidenciando o abismo entre os estratos sociais.

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Governo prepara perdão bilionário de dívidas com corte de até 90%, mas nova trava pode bloquear crédito de milhões de brasileiros

O governo federal articula uma nova versão do Desenrola para 2026 com foco em renegociação de dívidas e medidas para frear o superendividamento. Segundo apuração da CNN Brasil, a proposta em estudo prevê descontos que podem chegar a 90% e restrições ao acesso a modalidades de crédito consideradas mais arriscadas, como o rotativo do cartão. Até o momento, porém, a medida provisória ainda não foi publicada oficialmente, o que significa que regras, alcance e critérios finais ainda podem mudar.

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Europa trava juros e liga alerta global após disparada histórica da energia com guerra.

O Banco Central Europeu decidiu manter as taxas de juros inalteradas em março, mas sinalizou preocupação com os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre a inflação e o crescimento econômico. A disparada nos preços do petróleo e do gás aumentou a incerteza no cenário global.

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Meirelles dispara: gastos sociais e “jeitinhos fiscais” travam crescimento do Brasil.

O ex-ministro Henrique Meirelles defendeu reformas estruturais urgentes e criticou o aumento de gastos públicos e benefícios fiscais. Segundo ele, sem ajuste fiscal rigoroso, o país continuará enfrentando juros altos e crescimento limitado.

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Guerra no Irã ameaça travar queda dos juros no Brasil e pode pesar ainda mais no bolso do brasileiro.

A escalada do conflito no Oriente Médio elevou o preço do petróleo e reacendeu o risco de inflação no Brasil, colocando em dúvida o início da queda da taxa Selic e impactando diretamente crédito, consumo e custo de vida.

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Inflação acelera no início de 2026, pressiona bolso do brasileiro e desafia meta do Banco Central.

O IPCA subiu 0,33% em janeiro e atingiu 4,44% no acumulado de 12 meses, ficando acima do centro da meta. Alta dos combustíveis impulsionou o índice, enquanto a queda na energia ajudou a conter um avanço ainda maior.

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EMPREGOS ATÉ CRESCEM, MAS O ALERTA DISPARA: BRASIL TEM SEU PIOR DESEMPENHO DESDE A PANDEMIA.

Mesmo com saldo positivo de 1,28 milhão de vagas formais em 2025, o mercado de trabalho brasileiro registra forte desaceleração e apresenta o pior resultado anual desde 2020, acendendo um sinal de alerta para a economia.

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“Trabalhar menos pode render mais”: Boulos desafia empresários e diz que fim da escala 6×1 aumenta produtividade.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil pode impulsionar a produtividade e a economia. Com base em estudos nacionais e exemplos internacionais, ele defendeu a redução da jornada semanal sem corte de salários e criticou os juros elevados como entrave ao crescimento do setor produtivo.

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