Crise bilionária bate à porta da energia solar: excesso de oferta pode provocar uma onda de reestruturações no Brasil.

O setor de geração distribuída enfrenta um período de forte pressão financeira, com bilhões em créditos de energia acumulados, concorrência acirrada e empresas buscando alternativas para equilibrar suas operações. O movimento pode acelerar uma consolidação no mercado e mudar o cenário da energia solar no país.

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ANEEL acende alerta sobre usinas solares e suspeita de “divisão artificial” pode colocar benefícios da geração distribuída em xeque.

Agência Nacional de Energia Elétrica avalia investigar dois empreendimentos ligados ao Consórcio Buritizeiro após identificar características semelhantes entre usinas instaladas na mesma área. A apuração poderá verificar se houve fragmentação de um projeto maior para garantir enquadramento nas regras da geração distribuída.

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ONS admite plano de “corte automático” em energia solar e acende alerta sobre instabilidade no sistema elétrico.

Medida estudada pelo Operador Nacional do Sistema prevê desligamento automático de geração solar remota em momentos de excesso de produção e baixa demanda, com objetivo de evitar colapso na rede elétrica.

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Energia solar vira desafio inesperado e força intervenção inédita no sistema elétrico brasileiro.

Pela primeira vez, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) precisou adotar medidas emergenciais para equilibrar a oferta de energia no país devido ao aumento da geração solar distribuída. O episódio reacende o debate sobre os limites do atual modelo de incentivos à energia renovável e levanta questionamentos sobre o futuro da gestão energética brasileira.

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Nova cobrança na energia solar? TUSDg em microgeração vira alvo de disputa jurídica no Brasil.

A cobrança da TUSDg sobre energia injetada por sistemas solares de baixa tensão entrou no centro do debate regulatório. A discussão ganhou força após interpretações da Lei 14.300 e da regulamentação da ANEEL indicarem que, em determinadas situações, consumidores do Grupo B podem sim ser cobrados pelo uso da rede na injeção de potência — desde que requisitos técnicos e procedimentais sejam respeitados.

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Conta mais cara à vista: imposto pode transformar o sonho do painel solar em pesadelo para brasileiros em 2026.

O avanço do governo federal na retomada do Imposto de Importação sobre painéis solares promete encarecer a energia solar residencial a partir de 2026. A medida reacende o debate entre incentivo à energia limpa e proteção da indústria nacional, gerando apreensão entre consumidores e investidores.

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