Israel volta a abrir fogo em Gaza durante visita de enviados dos EUA e denuncia violação de zona de segurança.

O Exército de Israel afirmou ter reagido a uma tentativa de invasão em uma área de segurança próxima à Faixa de Gaza nesta segunda-feira (20). O incidente ocorreu no mesmo dia em que representantes do governo americano chegaram ao país para discutir a estabilidade do cessar-fogo com o Hamas.

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Trump anuncia apoio bilionário à Argentina e afirma que país enfrenta “colapso econômico”

Os Estados Unidos aprovaram uma linha de crédito emergencial de US$ 20 bilhões à Argentina, em meio à grave desvalorização do peso e às vésperas das eleições legislativas. Donald Trump defendeu o empréstimo e disse que o país “está morrendo” economicamente, prometendo ainda mais recursos caso Javier Milei tenha bom desempenho nas urnas.

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Hamas entrega mais dois corpos de reféns israelenses à Cruz Vermelha em meio ao cessar-fogo.

As Forças de Defesa de Israel confirmaram que o Hamas entregou mais dois corpos de reféns israelenses à Cruz Vermelha, em nova etapa do acordo de cessar-fogo mediado por países do Oriente Médio e pelos Estados Unidos.

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Impasse sobre corpos de reféns ameaça cessar-fogo e aumenta pressão internacional sobre o Hamas.

O grupo Hamas reconheceu dificuldades para localizar corpos de reféns israelenses sob escombros na Faixa de Gaza, colocando em risco o acordo de cessar-fogo mediado por Estados Unidos, Catar, Egito e Turquia. A demora nas entregas provocou novas tensões com Israel e críticas de Washington, que pressiona pela continuidade do pacto de paz.

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Trump e Putin voltam a dialogar e planejam novo encontro para discutir comércio pós-guerra da Ucrânia.

Após uma conversa telefônica de mais de duas horas, Donald Trump e Vladimir Putin confirmaram que voltarão a se encontrar em Budapeste para tratar de temas econômicos e do futuro das relações entre Rússia e Estados Unidos após o conflito na Ucrânia.

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Trump ameaça suspender comércio com a China após boicote à soja americana.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a endurecer o tom contra a China em meio à crescente guerra comercial entre as duas maiores economias do planeta. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira (14), o republicano ameaçou romper relações comerciais com o país asiático em resposta ao boicote chinês à soja americana. Segundo Trump, a decisão de Pequim de interromper a compra do grão dos Estados Unidos representa um ato “economicamente hostil” e exige uma reação imediata. “Estamos considerando encerrar os negócios com a China relacionados ao óleo de cozinha e outros produtos comerciais, como retribuição”, declarou o presidente. A fala acontece poucos dias depois de Washington anunciar uma tarifa adicional de 100% sobre as importações chinesas, com início previsto para 1º de novembro. Além das tarifas, o governo norte-americano também informou que irá restringir a exportação de softwares estratégicos, alegando preocupações de segurança nacional. Em resposta, Pequim publicou uma nota classificando as novas medidas como “hipócritas e provocativas”. O governo chinês anunciou que planeja controlar as exportações de elementos de terras raras, insumos cruciais para a indústria tecnológica global, e prometeu “retaliações firmes” caso as restrições americanas avancem. Apesar das declarações duras, Trump tentou amenizar o impacto das tensões ao afirmar que acredita em um reequilíbrio comercial futuro. “Não se preocupem com a China, vai ficar tudo bem”, disse ele em outra postagem. “O respeitadíssimo Presidente Xi acaba de passar por um momento difícil.” A nova rodada de trocas de acusações marca mais um capítulo da longa guerra comercial EUA–China, iniciada anos atrás e reacesa em 2025 com tarifas bilaterais e disputas por influência tecnológica. O impasse tem gerado incerteza nos mercados agrícolas e industriais, especialmente entre os produtores de soja norte-americanos, principais afetados pelo boicote chinês. Foto: Spencer Platt / Getty Images

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Mercados globais reagem e futuros de Nova York sobem após tom moderado de Trump sobre a China

Após ameaças de novas tarifas, o ex-presidente norte-americano adotou postura mais branda em relação a Pequim, acalmando investidores. Bolsas asiáticas e europeias mostram recuperação parcial, com alta no ouro e no petróleo.

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Dólar ultrapassa R$ 5,50 com crise entre EUA e China; Bolsa acumula queda de quase 4% no mês

A moeda norte-americana encerrou a sexta-feira (10) em forte alta, impulsionada pela escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China e pela incerteza fiscal no Brasil. O Ibovespa recuou 0,73% e ampliou as perdas de outubro.

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