Ataque próximo à Casa Branca deixa dois soldados da Guarda Nacional em estado crítico.

Internacional

Dois soldados da Guarda Nacional dos Estados Unidos seguem em estado crítico após serem atingidos por disparos de arma de fogo nas proximidades da Casa Branca, na tarde desta quarta-feira (26), em Washington, D.C. As informações foram confirmadas pelo diretor do FBI, que informou que ambos estão recebendo atendimento intensivo em hospitais da região.

Inicialmente, o governador da Virgínia Ocidental chegou a divulgar que os militares teriam morrido em decorrência dos ferimentos, mas voltou atrás pouco depois, dizendo que havia informações desencontradas sobre a real situação clínica das vítimas. Em nova manifestação, pediu orações às famílias e à comunidade da Guarda Nacional.

O suspeito de efetuar os disparos também foi baleado durante a ocorrência e encontra-se gravemente ferido. Em publicação nas redes sociais, o ex-presidente Donald Trump afirmou que o autor do ataque responderá com rigor pelos atos cometidos.

Por motivos de segurança, a Administração Federal de Aviação (FAA) determinou a suspensão temporária das decolagens no Aeroporto Nacional Ronald Reagan, em Washington, por cerca de uma hora. A medida visou garantir a integridade das operações aéreas até que a área fosse considerada segura.

Em resposta ao atentado, o secretário de Defesa dos Estados Unidos anunciou o envio de mais 500 soldados da Guarda Nacional para reforçar a segurança da capital. Segundo ele, a decisão foi tomada a pedido direto de Donald Trump, em razão da gravidade do ocorrido e da proximidade com a sede do governo norte-americano.

Os militares da Guarda Nacional já atuam nas ruas de Washington desde agosto, quando foram destacados para reforçar o patrulhamento como parte das ações de combate ao crime e ao controle da imigração.

Foto: Nathan Howard

Redação Brasil News

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