Trump diz acreditar em avanço e fala em “acordo completo” com a China.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (25) que vê boas chances de alcançar um “acordo completo” com a China. A declaração foi feita durante viagem à Malásia, antes de sua reunião com o presidente chinês Xi Jinping, marcada para a próxima semana na Coreia do Sul.

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Milei enfrenta crise política e econômica na véspera das eleições legislativas argentinas.

A poucas horas das eleições de meio de mandato na Argentina, o presidente Javier Milei vive o momento mais delicado de seu governo. Enfraquecido por escândalos e pela instabilidade cambial, o líder libertário tenta garantir apoio no Congresso para sustentar seu plano econômico e conter o avanço da inflação.

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China suspende importação de carne uruguaia após detectar resíduos químicos.

Autoridades chinesas devolveram contêineres de carne bovina do Uruguai após encontrarem vestígios de medicamentos antiparasitários. O episódio acendeu um alerta no setor pecuário e levou o governo uruguaio a adotar novas medidas de controle sanitário.

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Trump prioriza pacto estratégico — quer “acordo justo” com a China e acelera envio de submarinos à Austrália.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta segunda-feira que almeja fechar um “acordo justo” com a China junto ao líder chinês Xi Jinping, ao mesmo tempo em que anunciou a intenção de apressar a entrega de submarinos nucleares à Austrália, dentro do acordo de segurança trilateral que busca reforçar o vínculo de defesa entre Washington e Camberra e aliviar tensões com Pequim.

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Com apenas 9 anos, dançarina chinesa conquista o mundo do breaking com talento e maturidade.

A jovem bgirl Kitty, de 9 anos, vem se destacando no cenário internacional do breaking pela combinação de técnica, musicalidade e confiança. A dançarina chinesa é apontada como uma das grandes promessas do esporte, que estreou como modalidade olímpica em Paris 2024.

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Trump ameaça suspender comércio com a China após boicote à soja americana.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a endurecer o tom contra a China em meio à crescente guerra comercial entre as duas maiores economias do planeta. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira (14), o republicano ameaçou romper relações comerciais com o país asiático em resposta ao boicote chinês à soja americana. Segundo Trump, a decisão de Pequim de interromper a compra do grão dos Estados Unidos representa um ato “economicamente hostil” e exige uma reação imediata. “Estamos considerando encerrar os negócios com a China relacionados ao óleo de cozinha e outros produtos comerciais, como retribuição”, declarou o presidente. A fala acontece poucos dias depois de Washington anunciar uma tarifa adicional de 100% sobre as importações chinesas, com início previsto para 1º de novembro. Além das tarifas, o governo norte-americano também informou que irá restringir a exportação de softwares estratégicos, alegando preocupações de segurança nacional. Em resposta, Pequim publicou uma nota classificando as novas medidas como “hipócritas e provocativas”. O governo chinês anunciou que planeja controlar as exportações de elementos de terras raras, insumos cruciais para a indústria tecnológica global, e prometeu “retaliações firmes” caso as restrições americanas avancem. Apesar das declarações duras, Trump tentou amenizar o impacto das tensões ao afirmar que acredita em um reequilíbrio comercial futuro. “Não se preocupem com a China, vai ficar tudo bem”, disse ele em outra postagem. “O respeitadíssimo Presidente Xi acaba de passar por um momento difícil.” A nova rodada de trocas de acusações marca mais um capítulo da longa guerra comercial EUA–China, iniciada anos atrás e reacesa em 2025 com tarifas bilaterais e disputas por influência tecnológica. O impasse tem gerado incerteza nos mercados agrícolas e industriais, especialmente entre os produtores de soja norte-americanos, principais afetados pelo boicote chinês. Foto: Spencer Platt / Getty Images

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Mercados globais reagem e futuros de Nova York sobem após tom moderado de Trump sobre a China

Após ameaças de novas tarifas, o ex-presidente norte-americano adotou postura mais branda em relação a Pequim, acalmando investidores. Bolsas asiáticas e europeias mostram recuperação parcial, com alta no ouro e no petróleo.

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Dólar ultrapassa R$ 5,50 com crise entre EUA e China; Bolsa acumula queda de quase 4% no mês

A moeda norte-americana encerrou a sexta-feira (10) em forte alta, impulsionada pela escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China e pela incerteza fiscal no Brasil. O Ibovespa recuou 0,73% e ampliou as perdas de outubro.

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