Em visita a Jerusalém, o deputado federal Eduardo Bolsonaro realizou uma parada no Muro das Lamentações — local de profundo significado religioso para o judaísmo — e depositou entre suas pedras um bilhete solicitando a liberdade de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Nas imagens divulgadas, o parlamentar aparece usando kipá, como é costume entre visitantes que frequentam o local sagrado. A mensagem, segundo ele, fazia parte de pedidos de oração por “saúde, família e liberdade”.
A atitude gerou reação imediata nas redes sociais: muitos internautas consideraram o gesto uma instrumentalização política de um patrimônio religioso, questionando o respeito ao caráter sagrado do local. Comentários expressaram indignação com o uso do Muro das Lamentações para causas pessoais e políticas.
Além disso, a visita do deputado incluiu encontros diplomáticos com autoridades de Israel, reforçando seu engajamento internacional e a aproximação com o governo local.
A repercussão do episódio ilustra a sensibilidade de misturar crença, memória religiosa e disputas políticas — especialmente em espaços simbólicos como o Muro das Lamentações, reconhecido como vestígio do antigo Templo de Jerusalém.
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Redação Brasil News