O universo dos influenciadores digitais e do conteúdo sobrenatural está em choque após a confirmação da morte de Jiang Xiaorou, de apenas 24 anos. A jovem estrela da rede social Douyin (o TikTok chinês), que acumulava mais de 1 milhão de seguidores explorando lugares abandonados e caçando lendas urbanas, não resistiu aos graves ferimentos de um terrível acidente automobilístico após passar semanas em coma profundo. No entanto, o que realmente assombra os internautas é um detalhe macabro que antecedeu a tragédia: a jovem gravou a si mesma destruindo a imagem de uma das divindades mais respeitadas do Oriente.
Pouco antes de sua última viagem, Jiang publicou um vídeo polêmico no qual quebrava uma estátua de Guanyin — figura do budismo associada à proteção, misericórdia e compaixão. A atitude gerou uma onda instantânea de repúdio e debates acalorados, dividindo opiniões entre críticas por desrespeito religioso e defesas de que o ato seria um protesto simbólico. O vídeo viralizou rapidamente, projetando ainda mais o nome da jovem nas redes.
A fatalidade ocorreu na manhã de 15 de julho, quando Jiang retornava de Guangxi em direção a Guangzhou. O veículo em que a influenciadora estava colidiu violentamente contra outro carro em uma rodovia próxima a Foshan. Socorrida em estado gravíssimo para o Hospital Memorial Sun Yat-sen, ela foi diagnosticada com traumatismo cranioencefálico grave, fraturas múltiplas e falência de órgãos vitais, permanecendo na UTI sob suporte avançado de vida até ter sua morte confirmada pela equipe médica.
Nas redes sociais, milhares de seguidores e usuários associam a morte brutal da jovem a uma suposta “retribuição cármica” ou punição divina por ter profanado a imagem sagrada. Apesar da comoção e do clima de mistério que tomou conta da internet, autoridades de trânsito e peritos locais reforçam que o acidente foi estritamente uma fatalidade rodoviária e que as investigações sobre as causas da colisão seguem em andamento.
Foto: Reprodução/Instagram
Redação – Thiago Salles
1. Imagem de vela acesa e atmosfe