Novo “escudo” para bebês chega ao SUS e promete mudar o combate à bronquiolite no Brasil.

O sistema público de saúde iniciou a aplicação de um imunizante inovador que oferece anticorpos imediatos contra o vírus sincicial respiratório, priorizando crianças mais vulneráveis e ampliando a estratégia nacional de prevenção.

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Janeiro Roxo: Congresso Nacional ganha iluminação especial para combater o estigma da hanseníase

Cúpula do Senado Federal adota a cor roxa neste fim de semana para alertar sobre a prevenção da hanseníase. Com o Brasil ocupando o segundo lugar no ranking mundial de casos, a iniciativa busca desmistificar a doença, incentivar o diagnóstico precoce pelo SUS e reforçar que o preconceito é a maior barreira para a cura.

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Vacinação contra HPV reduz internações e mostra impacto histórico na prevenção de doenças, aponta estudo.

Uma pesquisa realizada após a implementação da vacina contra o HPV no SUS revelou quedas significativas nas internações de adolescentes por lesões pré-cancerosas e verrugas anogenitais. Entre meninas, a redução chegou a 77%, e entre meninos, a queda ultrapassou 50%. Especialistas destacam que, além da vacinação, o rastreamento contínuo é essencial para eliminar doenças relacionadas ao vírus.

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Brasil pressiona por acordo para levar PrEP injetável de longa duração ao SUS.

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, o Ministério da Saúde reafirmou que o Brasil vai insistir em um acordo internacional para viabilizar o acesso à PrEP injetável de longa duração no SUS, além de buscar transferência de tecnologia para produção nacional do medicamento.

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Desinformação e tabu ainda impedem diagnóstico precoce do câncer de próstata no Brasil.

Entre 2020 e 2024, o número de homens com até 49 anos tratados por câncer de próstata cresceu 32% no país. Especialistas alertam que o preconceito e a falta de informação continuam sendo as principais barreiras para o diagnóstico precoce, que garante mais de 90% de chances de cura.

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Refrigerantes podem causar danos severos ao fígado e superar o álcool em risco, alertam cientistas.

Pesquisas recentes indicam que o consumo diário de refrigerantes — inclusive versões “zero” — pode acelerar o aparecimento de doenças hepáticas, como a esteatose hepática não alcoólica. Os efeitos, segundo os estudos, podem ser mais rápidos e silenciosos do que os provocados pelo álcool.

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