Japão eleva juros ao maior nível em 31 anos e Banco Central abre caminho para novas altas.

O Banco do Japão elevou a taxa básica de juros de 1% para 1,25%, o maior nível em 31 anos. A decisão foi aprovada por 7 votos a 2 e marcou uma mudança importante na estratégia da autoridade monetária, que agora passa a enfatizar o risco de a inflação superar a meta de 2%. Mesmo com o aperto, o iene perdeu valor após o anúncio.

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Trump pressiona Fed após alta dos juros e exige corte rápido: “1% ou menos”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Federal Reserve nesta quarta-feira (16) depois que o banco central americano elevou os juros pela primeira vez desde 2023. Mesmo discordando da decisão, Trump evitou um ataque frontal ao presidente do Fed, Kevin Warsh, indicado por ele para o cargo.

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Banco Central corta Selic para 14%, mas evita indicar próximos passos e mantém alerta sobre inflação.

O Banco Central divulgou a ata da reunião do Copom que levou a taxa Selic para 14% ao ano. Apesar do quarto corte consecutivo, a autoridade monetária adotou um tom cauteloso e deixou em aberto a continuidade do ciclo de redução dos juros. A preocupação com a inflação, as expectativas ainda acima da meta e os efeitos da política fiscal aparecem entre os principais pontos de atenção.

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Banco Central faz alerta e admite que reduzir inflação rapidamente exigiria choque nos juros.

O Banco Central informou que trazer a inflação de volta à meta dentro do prazo inicialmente considerado exigiria mudanças bruscas na taxa Selic. Segundo a instituição, uma estratégia mais gradual pode evitar impactos excessivos na economia e nos mercados financeiros, mesmo que a convergência para a meta ocorra apenas em 2028.

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Brasil deve encerrar 2025 como líder mundial em gastos com juros da dívida pública.

Relatórios internacionais indicam que o Brasil deve terminar 2025 no topo do ranking global de despesas com juros da dívida em relação ao PIB. O cenário é resultado da combinação entre elevado endividamento público e taxas de juros altas, o que reacende debates sobre os rumos da política econômica e seus impactos no crescimento do país.

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Dólar fecha em queda no dia, mas acumula alta na semana com expectativa de cortes menores pelo Fed

Após um dia de movimentação moderada, o dólar encerrou a sessão desta sexta-feira (26) em baixa, mas acumulou valorização ao longo da semana. O movimento reflete a reavaliação do mercado sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed) em relação aos cortes na taxa de juros dos Estados Unidos.

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BC alerta que dúvidas sobre dívida pública podem forçar alta do juro estrutural

O Banco Central destacou, em ata divulgada nesta terça-feira (23), que a falta de clareza sobre a trajetória fiscal e a estabilização da dívida pública pode elevar a taxa de juros neutra da economia. Segundo o Copom, esse cenário compromete o efeito da política monetária e dificulta o controle da inflação.

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Dólar em queda: entenda por que a moeda americana pode continuar recuando no Brasil

Mesmo sem avanços claros na agenda fiscal, o Brasil tem atraído capital estrangeiro com a expectativa de cortes nos juros dos EUA e manutenção da Selic em patamar elevado. O movimento pode manter o dólar em queda até o fim do ano, segundo especialistas.

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Selic em 15% pressiona FIIs, mas cenário tributário e juros futuros devem ditar rumos do mercado imobiliário

Apesar da Selic permanecer em 15% ao ano, como já era previsto, os Fundos Imobiliários continuam sob pressão. Especialistas apontam que mais do que a taxa atual, o futuro dos juros e possíveis mudanças na tributação podem alterar completamente a dinâmica desse tipo de investimento. Entenda os impactos para investidores e o que observar nos próximos meses.

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Mercado aguarda: Banco Central pode interromper alta da Selic após quase um ano de aumentos

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (18) para decidir se mantém ou interrompe a sequência de elevações na taxa básica de juros, que já está em 14,75% ao ano. Especialistas e instituições financeiras estão divididos quanto ao rumo da política monetária, enquanto o governo pressiona por um corte nos juros.

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