Justiça barra reforma de Milei e decisão acende crise política na Argentina.

Um novo capítulo da crise política e econômica na Argentina ganhou força nesta segunda-feira (30), após a Justiça suspender parcialmente a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. A decisão foi tomada pelo juiz Raúl Ojeda, que atendeu a um pedido da Confederação Geral do Trabalho, principal central sindical do país. A medida determina a suspensão provisória de cerca de 80 artigos da nova legislação, até que o mérito da ação seja julgado. A reforma havia sido aprovada pelo Congresso argentino em fevereiro, em meio a protestos e uma greve geral. Sindicatos alegam que as mudanças prejudicam direitos trabalhistas e enfraquecem a atuação sindical. Entre os pontos suspensos estão a flexibilização das regras para trabalhadores de aplicativos, alterações no direito de greve e a eliminação de princípios jurídicos que favoreciam o trabalhador em disputas judiciais. Também foi barrado um novo modelo de indenização por demissão, que previa a criação de fundos de capitalização. Na decisão, o magistrado indicou preocupação com possíveis impactos negativos da reforma, incluindo o risco de demissões sem justificativa e vulnerabilidade dos recursos destinados à previdência. O governo argentino reagiu imediatamente e informou que vai recorrer da decisão. Em nota, afirmou que a reforma é essencial para estimular a geração de empregos formais, aumentar a competitividade e atrair investimentos. A proposta é uma das principais apostas da gestão Milei para reduzir a informalidade, que atinge mais de 40% da força de trabalho no país. O embate entre governo, sindicatos e Judiciário reforça o clima de tensão na Argentina e pode influenciar diretamente o rumo das reformas econômicas nos próximos meses. Foto: Attila Kisbenedek / AFPRedação – Thiago Salles

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Maduro sorri em tribunal nos EUA enquanto juiz mantém acusações e tensão política explode.

O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, compareceu a um tribunal em Nova York e viu a Justiça dos EUA manter as acusações contra ele. O caso provoca protestos, tensão internacional e divide opiniões dentro e fora da Venezuela.

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Ex-autoridade dos EUA afirma que país teria construído cidades subterrâneas secretas.

Uma ex-integrante do governo dos Estados Unidos afirmou que trilhões de dólares teriam sido usados para construir bases subterrâneas secretas no país. Segundo ela, essas estruturas fariam parte de uma vasta rede de instalações escondidas que poderiam funcionar como abrigos em situações extremas.

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Lula cancela ida à posse de Kast no Chile e decisão pode gerar desgaste diplomático.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu cancelar sua participação na cerimônia de posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast. A decisão ocorreu após a confirmação da presença dos parlamentares Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro no evento e gerou debate sobre possíveis impactos diplomáticos.

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Filho de Ali Khamenei é anunciado como novo líder supremo do Irã após morte do pai em ataque aéreo.

O clérigo Mojtaba Khamenei foi anunciado como novo líder supremo do Irã após a morte de seu pai, Ali Khamenei, em um ataque aéreo atribuído a Israel. A decisão foi tomada pela Assembleia de Especialistas e ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio.

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Reforma de Milei vira alvo de fake news e gera confusão sobre férias e jornada de trabalho na Argentina.

Publicações nas redes sociais afirmam que o governo de Javier Milei teria acabado com férias e ampliado a jornada para 12 horas, mas a informação é enganosa. A proposta trabalhista permite divisão das férias e cria banco de horas, sem alterar a quantidade de dias de descanso.

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Lula leva recado duro a Trump e cobra devolução de criminosos brasileiros nos EUA.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prepara uma agenda delicada para o encontro com Donald Trump, em março, incluindo proposta de cooperação contra o crime organizado e pedido de repatriação de foragidos brasileiros que estariam em território americano.

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Obama reage a vídeo racista ligado a Trump e diz que “não há mais vergonha” na política.

O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama comentou pela primeira vez o vídeo de teor racista que circulou nas redes sociais e foi associado ao presidente Donald Trump. A declaração ocorreu durante entrevista a um podcast, onde Obama criticou a perda de respeito e decoro no debate público.

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