Trump ameaça ampliar ofensiva e diz que Irã está “militarmente derrotado”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra o Irã ao afirmar que as forças iranianas estão “militarmente derrotadas” e que os EUA poderiam eliminar os alvos restantes do país em apenas duas semanas. As declarações ocorreram em meio à escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, aumentando a tensão internacional e reacendendo temores sobre uma ampliação da guerra no Oriente Médio.

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Lula evita climão com Trump na Casa Branca e consegue trégua em guerra comercial.

O encontro entre Lula e Donald Trump na Casa Branca terminou com bastidores tensos, mudança de protocolo e negociações delicadas envolvendo tarifas, crime organizado, Pix e minerais estratégicos. Apesar das divergências, o presidente brasileiro afirmou sair satisfeito da reunião histórica.

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Trump amplia cessar-fogo com o Irã em meio a tensão e impasse nas negociações.

O presidente dos Estados Unidos decidiu estender o prazo do cessar-fogo com o Irã, condicionando a suspensão dos ataques ao avanço das negociações. A medida ocorre em meio a impasses diplomáticos, críticas iranianas e cancelamento de agendas importantes.

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Aprovação de Trump desaba em meio à guerra e tensão internacional, aponta pesquisa.

Levantamento da Reuters/Ipsos revela que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantém um dos níveis mais baixos de aprovação de seu mandato, em meio ao conflito com o Irã e pressões econômicas internas. A pesquisa também mostra alta rejeição e questionamentos sobre seu comportamento.

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Justiça barra reforma de Milei e decisão acende crise política na Argentina.

Um novo capítulo da crise política e econômica na Argentina ganhou força nesta segunda-feira (30), após a Justiça suspender parcialmente a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. A decisão foi tomada pelo juiz Raúl Ojeda, que atendeu a um pedido da Confederação Geral do Trabalho, principal central sindical do país. A medida determina a suspensão provisória de cerca de 80 artigos da nova legislação, até que o mérito da ação seja julgado. A reforma havia sido aprovada pelo Congresso argentino em fevereiro, em meio a protestos e uma greve geral. Sindicatos alegam que as mudanças prejudicam direitos trabalhistas e enfraquecem a atuação sindical. Entre os pontos suspensos estão a flexibilização das regras para trabalhadores de aplicativos, alterações no direito de greve e a eliminação de princípios jurídicos que favoreciam o trabalhador em disputas judiciais. Também foi barrado um novo modelo de indenização por demissão, que previa a criação de fundos de capitalização. Na decisão, o magistrado indicou preocupação com possíveis impactos negativos da reforma, incluindo o risco de demissões sem justificativa e vulnerabilidade dos recursos destinados à previdência. O governo argentino reagiu imediatamente e informou que vai recorrer da decisão. Em nota, afirmou que a reforma é essencial para estimular a geração de empregos formais, aumentar a competitividade e atrair investimentos. A proposta é uma das principais apostas da gestão Milei para reduzir a informalidade, que atinge mais de 40% da força de trabalho no país. O embate entre governo, sindicatos e Judiciário reforça o clima de tensão na Argentina e pode influenciar diretamente o rumo das reformas econômicas nos próximos meses. Foto: Attila Kisbenedek / AFPRedação – Thiago Salles

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Maduro sorri em tribunal nos EUA enquanto juiz mantém acusações e tensão política explode.

O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, compareceu a um tribunal em Nova York e viu a Justiça dos EUA manter as acusações contra ele. O caso provoca protestos, tensão internacional e divide opiniões dentro e fora da Venezuela.

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