Transição energética na América Latina precisa enfrentar desigualdades sociais e de gênero, defendem especialistas.
Especialistas alertam que a mudança para fontes de energia limpa na América Latina só será realmente eficaz se considerar a pobreza energética e as desigualdades de gênero. Milhões de pessoas ainda vivem sem acesso regular à eletricidade ou dependem de fontes poluentes para cozinhar, o que amplia impactos sociais, econômicos e de saúde.
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