Depois de 25 anos, Europa diz “sim” ao Mercosul e acordo histórico divide o continente.

A União Europeia deu sinal verde provisório ao acordo comercial com o Mercosul, abrindo caminho para a assinatura do maior tratado de livre comércio do mundo. A decisão avança apesar da forte resistência de agricultores europeus e da oposição explícita de países como França e Irlanda.

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EUA avaliam restringir navios espanhóis após veto da Espanha a cargueiros com destino a Israel.

Autoridade marítima dos Estados Unidos analisa medidas contra embarcações da Espanha, incluindo multas e bloqueio de acesso a portos norte-americanos, após a recusa espanhola em permitir a atracação de navios dos EUA que transportavam armamentos para Israel. Investigação segue em andamento.

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Lula critica demora da União Europeia e cobra definição sobre acordo Mercosul-UE.

O presidente Lula demonstrou insatisfação com a falta de consenso dentro da União Europeia para a assinatura do acordo comercial com o Mercosul. Segundo ele, o bloco sul-americano já fez todas as concessões possíveis e espera uma resposta definitiva durante a cúpula em Foz do Iguaçu.

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Possível acordo entre EUA e China acende alerta para o mercado da soja brasileira.

Produtores e analistas avaliam que um novo pacto comercial entre as duas maiores economias do mundo pode reduzir os prêmios pagos pela soja brasileira, pressionando margens de lucro. Apesar disso, especialistas acreditam que o Brasil continuará competitivo no comércio global do grão.

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Senado dos EUA aprova resolução que questiona tarifas contra o Brasil.

O United States Senate votou nesta terça-feira para anular grande parte das sobretaxas impostas ao Brasil sob o governo Donald Trump. A medida, aprovada por 52 votos a 48, contesta a legalidade das tarifas e envia forte sinal diplomático, mesmo que seu efeito prático seja limitado no momento.

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Trump prioriza pacto estratégico — quer “acordo justo” com a China e acelera envio de submarinos à Austrália.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta segunda-feira que almeja fechar um “acordo justo” com a China junto ao líder chinês Xi Jinping, ao mesmo tempo em que anunciou a intenção de apressar a entrega de submarinos nucleares à Austrália, dentro do acordo de segurança trilateral que busca reforçar o vínculo de defesa entre Washington e Camberra e aliviar tensões com Pequim.

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Trump ameaça suspender comércio com a China após boicote à soja americana.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a endurecer o tom contra a China em meio à crescente guerra comercial entre as duas maiores economias do planeta. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira (14), o republicano ameaçou romper relações comerciais com o país asiático em resposta ao boicote chinês à soja americana. Segundo Trump, a decisão de Pequim de interromper a compra do grão dos Estados Unidos representa um ato “economicamente hostil” e exige uma reação imediata. “Estamos considerando encerrar os negócios com a China relacionados ao óleo de cozinha e outros produtos comerciais, como retribuição”, declarou o presidente. A fala acontece poucos dias depois de Washington anunciar uma tarifa adicional de 100% sobre as importações chinesas, com início previsto para 1º de novembro. Além das tarifas, o governo norte-americano também informou que irá restringir a exportação de softwares estratégicos, alegando preocupações de segurança nacional. Em resposta, Pequim publicou uma nota classificando as novas medidas como “hipócritas e provocativas”. O governo chinês anunciou que planeja controlar as exportações de elementos de terras raras, insumos cruciais para a indústria tecnológica global, e prometeu “retaliações firmes” caso as restrições americanas avancem. Apesar das declarações duras, Trump tentou amenizar o impacto das tensões ao afirmar que acredita em um reequilíbrio comercial futuro. “Não se preocupem com a China, vai ficar tudo bem”, disse ele em outra postagem. “O respeitadíssimo Presidente Xi acaba de passar por um momento difícil.” A nova rodada de trocas de acusações marca mais um capítulo da longa guerra comercial EUA–China, iniciada anos atrás e reacesa em 2025 com tarifas bilaterais e disputas por influência tecnológica. O impasse tem gerado incerteza nos mercados agrícolas e industriais, especialmente entre os produtores de soja norte-americanos, principais afetados pelo boicote chinês. Foto: Spencer Platt / Getty Images

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Macron condiciona acordo Mercosul-UE à adoção de regras ambientais europeias pelo agro

Durante entrevista exclusiva, o presidente francês Emmanuel Macron afirmou que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia poderá ser concluído até o final de 2025, desde que os países sul-americanos adotem padrões ambientais equivalentes aos da Europa no setor agrícola.

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