Robô criado por dois irmãos resolve cubo mágico 4×4 em tempo recorde mundial.

Um projeto universitário desenvolvido por dois irmãos do Reino Unido acaba de entrar para o livro dos recordes. A dupla criou um robô capaz de resolver um cubo mágico 4×4 em apenas 45,3 segundos, estabelecendo uma nova marca mundial reconhecida pelo Guinness World Records. A máquina foi batizada de “Revenger”, palavra que significa “vingador” em inglês. O sistema combina visão computacional, braços robóticos e algoritmos de resolução para completar o desafio de forma totalmente automatizada. O projeto foi desenvolvido pelos irmãos Matthew e Thomas Pidden, estudantes universitários que uniram o interesse por ciência da computação e pelo tradicional quebra-cabeça criado na década de 1970. O desenvolvimento do robô levou cerca de 15 semanas e foi realizado enquanto Matthew estudava na Universidade de Bristol, no Reino Unido. O funcionamento da máquina envolve duas partes principais: o hardware e o software. Um par de câmeras analisa as cores presentes em cada face do cubo, enquanto braços robóticos personalizados manipulam o objeto e executam os movimentos necessários para resolver o quebra-cabeça. Enquanto isso, um computador executa um algoritmo capaz de calcular rapidamente a sequência ideal de movimentos para completar o cubo. Durante os testes oficiais para validação do recorde, as câmeras permaneceram cobertas por obturadores de plástico até o momento em que o cronômetro foi iniciado. Esse procedimento garantiu que o robô não tivesse acesso antecipado às informações do cubo. Ao todo, o robô realizou seis tentativas durante os testes. Nas primeiras tentativas, os tempos não foram suficientes para quebrar o recorde mundial anterior. Na terceira tentativa, porém, a máquina já havia alcançado um novo recorde ao resolver o cubo em 55 segundos. Os irmãos continuaram testando o sistema e, na sexta tentativa, o robô registrou o tempo final de 45,3 segundos, que acabou sendo oficializado pelo Guinness. O recorde refere-se especificamente ao cubo mágico 4x4x4, que possui maior complexidade em comparação com o modelo clássico 3x3x3. Para se ter uma ideia da diferença, robôs que resolvem o cubo tradicional já alcançaram tempos extremamente rápidos. O recorde mundial para esse modelo é de apenas 0,103 segundos, registrado por estudantes de engenharia da Universidade Purdue, nos Estados Unidos. Entre humanos, o recorde mais rápido para resolver o cubo 3×3 é de 2,76 segundos, conquistado por uma criança de apenas nove anos. Segundo Matthew Pidden, a ideia do projeto surgiu da união entre duas paixões pessoais: a programação e o cubo mágico. Para ele, combinar tecnologia com desafios clássicos de lógica foi uma forma natural de desenvolver o experimento. Foto: Laszlo BaloghRedação – Thiago Salles

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Imagem inédita revela coração da Via Láctea e cientistas dizem que pode explicar origem das estrelas.

Astrônomos conseguiram produzir o mapa mais detalhado já feito do centro da Via Láctea. Utilizando o poderoso radiotelescópio ALMA, no Chile, pesquisadores analisaram o gás frio presente na região central da galáxia — material considerado essencial para a formação de novas estrelas e sistemas planetários.

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Árvore que cresce até 6 metros por ano vira destaque mundial e pode ajudar no reflorestamento.

Entre milhares de espécies de árvores existentes no planeta, uma se destaca pela velocidade impressionante de crescimento. A Paulownia tomentosa, conhecida como Kiri japonês ou Árvore-Imperatriz, pode atingir até seis metros de altura em apenas um ano, tornando-se referência em projetos de reflorestamento e produção de madeira sustentável.

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Noruega instala 10 mil antenas para investigar mistérios das auroras boreais e clima espacial.

A Noruega iniciou a implantação de um avançado sistema científico com cerca de 10 mil antenas para estudar as auroras boreais. O projeto EISCAT 3D permitirá analisar em tempo real como partículas vindas do Sol interagem com a atmosfera terrestre, ajudando cientistas a compreender melhor o chamado clima espacial.

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Pergaminho medieval revela mapa do céu criado há mais de 2 mil anos por astrônomo grego.

Cientistas descobriram fragmentos do que pode ser o mapa estelar mais antigo já registrado pela humanidade. O material estava escondido sob um manuscrito religioso medieval e contém coordenadas de estrelas atribuídas ao astrônomo grego Hiparco, considerado um dos pioneiros da astronomia científica.

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A maior cachoeira do planeta tem 3.500 metros e está escondida no fundo do oceano.

Localizada entre a Groenlândia e a Islândia, a Catarata do Estreito da Dinamarca é considerada a maior cachoeira do mundo, mesmo sendo totalmente invisível da superfície. O fenômeno submarino desempenha papel fundamental na circulação oceânica e no equilíbrio do clima global.

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Alemanha cria hélice silenciosa para navios e promete reduzir poluição sonora nos oceanos.

Pesquisadores alemães desenvolveram um projeto inovador que pretende reduzir drasticamente o ruído produzido por navios sem comprometer velocidade ou eficiência. A tecnologia busca proteger baleias, golfinhos e outras espécies marinhas afetadas pela poluição sonora nos oceanos.

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Cientistas revelam prazo para a Terra se tornar inabitável — e ele pode ser menor do que se imaginava.

Novos estudos baseados em dados de telescópios espaciais indicam que o planeta Terra pode deixar de sustentar vida em cerca de 1 a 1,75 bilhão de anos. O motivo não seria uma colisão cósmica, mas o aumento gradual da luminosidade do Sol.

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Gigante adormecido desperta: maior gêiser ácido do planeta volta a entrar em erupção e lança jatos de água a quase 9 metros.

Após seis anos sem atividade, o gêiser Echinus, considerado o maior gêiser ácido do mundo, voltou a entrar em erupção no Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos. O fenômeno natural voltou a chamar a atenção de cientistas e turistas ao registrar jatos de água quente que podem atingir até 9 metros de altura.

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Dinossauro do tamanho de um frango encontrado na Argentina desafia a ideia de que todos eram gigantes.

Um fóssil quase completo de um pequeno dinossauro descoberto na Patagônia argentina está ajudando cientistas a entender melhor a evolução de espécies minúsculas que viveram na era dos gigantes. O animal, com menos de 1 kg, viveu há cerca de 90 milhões de anos e pode revelar como alguns dinossauros se adaptaram a dietas baseadas em insetos.

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