Calor extremo e fenômenos tropicais: O que esperar da última semana de janeiro no Brasil

Com o fim da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), o país entra em uma fase de aquecimento acentuado. Enquanto o Sul e o Mato Grosso do Sul podem registrar marcas próximas dos 40°C, a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) promete trazer alívio em forma de chuva para o Nordeste e o Norte. A última semana de janeiro de 2026 será marcada pela transição de sistemas meteorológicos no Brasil. Após um período de chuvas volumosas no Sudeste e Centro-Oeste causado pela ZCAS — que acumulou até 400 mm em alguns pontos —, o cenário agora muda para o calor intenso e as pancadas típicas de verão, impulsionadas pela alta umidade. ZCIT: O novo motor das chuvas no Norte e Nordeste O destaque da semana é a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Este sistema, fundamental para o regime de chuvas do semiárido e da região amazônica, deve intensificar as precipitações na faixa norte do país. Onda de Calor no Sul e Sudeste Enquanto o norte se molha, o centro-sul do país vai “ferver”. A ausência de frentes frias e a atuação de uma área de baixa pressão entre o Brasil e o Paraguai vão elevar as temperaturas. Centro-Oeste: Abafamento e Temporais Isolados Goiás e o Distrito Federal terão uma redução na frequência das chuvas com o fim da ZCAS. No entanto, o Mato Grosso do Sul segue a tendência do Sul, com um “calorão” que pode bater os 40°C nas áreas fronteiriças com o Paraguai, acompanhado de pancadas rápidas de fim de tarde. Brasil terá chuva típica de verão e mais calor na última semana de janeiro de 2026 (Foto: Manaus, AM, Patricia Guimarães)

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Tempestade à vista: primeiro ciclone de 2026 avança e ameaça virar o Sul e São Paulo de cabeça para baixo.

O primeiro ciclone extratropical de 2026 começa a se formar e deve provocar chuva intensa, ventos fortes, raios e risco de granizo no Sul do Brasil e em São Paulo. Órgãos de meteorologia alertam para temporais severos, com acumulados elevados em poucas horas e rajadas que podem ultrapassar 100 km/h.

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