Russos deixam o país com medo de nova mobilização após eleições; Kremlin nega nova convocação.

Organizações que ajudam russos a emigrar relatam aumento expressivo na procura por assistência nas últimas semanas, em meio ao temor de uma nova mobilização militar após as eleições parlamentares de 18 a 20 de setembro. Vladimir Putin nega que uma nova convocação esteja sendo preparada, enquanto analistas independentes afirmam que não há confirmação de que ela ocorrerá.

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Bombeiro que teve rosto destruído em incêndio passa por transplante histórico e recupera vida após mais de 70 cirurgias.

Patrick Hardison sofreu queimaduras devastadoras durante um incêndio em 2001 e perdeu pálpebras, orelhas, parte do nariz, lábios e couro cabeludo. Depois de mais de 70 cirurgias reconstrutivas, ele recebeu em 2015 um dos mais extensos transplantes de rosto já realizados no mundo. O procedimento durou quase 26 horas e envolveu mais de 100 profissionais.

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Rússia exige retirada de mísseis dos EUA instalados no Japão e aumenta tensão no Pacífico.

Moscou cobrou nesta sexta-feira (18) que o Japão retire de seu território o sistema de mísseis norte-americano Typhon, implantado durante exercícios militares conjuntos com Estados Unidos e Austrália. O governo russo afirma que a presença do armamento representa uma ameaça à sua segurança. Tóquio e Moscou também vêm trocando protestos diplomáticos por causa de uma disputa territorial antiga.

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Ouro bilionário da Venezuela pode deixar Londres e ir para Nova York em acordo histórico de US$ 4 bilhões.

Governo interino venezuelano e oposição estão próximos de um acordo que pode retirar cerca de US$ 4 bilhões em ouro do Banco da Inglaterra e transferir as reservas para o Federal Reserve de Nova York. A operação ainda não foi oficialmente concluída e, segundo o Financial Times, incluiria restrições para impedir a venda imediata do metal.

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Houthis avançam no Iêmen, colocam Arábia Saudita contra a parede e expõem limites do apoio dos EUA.

O movimento houthi ampliou seu domínio no oeste do Iêmen após uma rápida ofensiva pela costa do Mar Vermelho, conquistando áreas estratégicas próximas ao estreito de Bab el-Mandeb. O avanço pressiona a Arábia Saudita, fortalece a influência regional do Irã e reacende questionamentos sobre até onde os Estados Unidos estão dispostos a defender seus aliados no Golfo.

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Bomba geopolítica! Delação bilionária de ex-ministro de Maduro vira munição de Trump contra o governo Lula

A política internacional sofreu um abalo sísmico com desdobramentos diretos na corrida eleitoral brasileira. O empresário colombiano Alex Saab, apontado como o principal operador financeiro e ex-ministro de Nicolás Maduro na Venezuela, fechou um acordo de delação premiada com a Justiça dos Estados Unidos. O delator concordou em devolver cerca de R$ 1 bilhão (US$ 195 milhões) aos cofres americanos e prometeu entregar segredos devastadores. O movimento coincide com uma ofensiva direta do governo de Donald Trump contra o Brasil, acendendo o alerta no Palácio do Planalto sobre o uso do caso como munição política contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Ameaça nuclear! Medvedev faz grave alerta à Lituânia e avisa que “ninguém vai ajudar” em caso de reação russa.

Uma nova e assustadora ameaça vinda da alta cúpula do governo russo elevou a tensão geopolítica ao nível máximo no Leste Europeu. O ex-presidente da Rússia e atual vice-presidente do Conselho de Segurança do país, Dmitry Medvedev, fez um pronunciamento contundente direcionado à Lituânia após declarações sobre a possível instalação de armamentos em território lituano. Com tom agressivo, o líder russo alertou que qualquer movimento estratégico que inclua armas nucleares provocará uma resposta devastadora de Moscou e avisou que nenhuma potência ocidental intervirá para salvar a nação vizinha.

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Tensão no Atlântico Sul! Reino Unido desafia Javier Milei e garante apoio total a empresas nas Ilhas Malvinas após ameaça de sanções.

O clima diplomático esquentou de forma perigosa no cenário internacional. O governo do Reino Unido emitiu um duro posicionamento nesta terça-feira (15) para tranquilizar e proteger empresas que operam nas Ilhas Malvinas (Falklands), desafiando diretamente o presidente da Argentina, Javier Milei. O líder argentino havia ameaçado aplicar sanções econômicas e severas sanções jurídicas contra companhias com negócios ligados ao território ultramarino britânico, intensificando a histórica disputa pela soberania da região.

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Alerta máximo! Ataques a oleoduto e navios no Golfo Pérsico ameaçam parar o mundo e disparar o preço do petróleo

O Oriente Médio viveu um fim de semana de terror com novos episódios de violência que colocam em xeque a estabilidade do mercado energético global. A agência de segurança marítima do Reino Unido (UKMTO) confirmou que uma embarcação foi atingida por um projétil enquanto navegava pelo Estreito de Ormuz, provocando um incêndio devastador e forçando o resgate de emergência da tripulação. Simultaneamente, o Irã relatou vítimas a bordo de um navio comercial atacado na costa da região, enquanto cidades no sul da Arábia Saudita sofreram bombardeiros com drones desferidos por rebeldes houthis do Iêmen. A situação atingiu o nível mais crítico com os severos danos provocados por drones ao oleoduto estratégico de 1.200 km da Arábia Saudita, principal alternativa para escoar o petróleo do país sem passar pelo conturbado Estreito de Ormuz. Imagens de satélite registraram densas colunas de fumaça ao longo da tubulação. Operadores do setor alertam que o estoque de segurança saudita no porto de Yanbu garante exportações por apenas cinco a sete dias. Caso o conserto do oleoduto atrase, até 4% de todo o abastecimento mundial de petróleo poderá ser paralisado de forma imediata. A crise já produz reflexos imediatos no bolso dos consumidores e na inflação global. O preço do barril de petróleo ultrapassou a barreira dos 100 dólares e o valor do diesel nos Estados Unidos bateu recorde histórico, ultrapassando os 6,20 dólares por galão. A perda do controle estratégico sobre a ilha de Perim, no estreito de Bab El-Mandeb, capturada pelas forças houthi, consolida o cerco às duas maiores rotas de navegação de petroleiros do mundo. Enquanto a Arábia Saudita tenta conter os danos às suas instalações e avaliar o tempo necessário para o reparo das tubulações, governos das principais potências globais monitoram com apreensão a reabertura dos mercados financeiros. A combinação de rotas marítimas fechadas e infraestruturas petrolíferas sob fogo cruzado ameaça desencadear um efeito dominó de desabastecimento e inflação sem precedentes nas próximas semanas. Foto: Reprodução / Reuters | Redação – Thiago Salles

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Escalada na Ucrânia: Rússia intensifica ataques com drones e mísseis contra cidades e infraestrutura de energia

A Ucrânia enfrenta uma nova e violenta onda de bombardeiros aéreos russos, marcada pelo uso de mísseis balísticos e drones de alta velocidade. A ofensiva mira áreas residenciais e instalações vitais de energia elétrica e aquecimento às vésperas do inverno. O governo ucraniano acusa Moscou de tentar minar a resistência do país ao expor a população civil ao desabastecimento durante os meses mais frios do ano.

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