Dinossauro do tamanho de um frango encontrado na Argentina desafia a ideia de que todos eram gigantes.

Um fóssil quase completo de um pequeno dinossauro descoberto na Patagônia argentina está ajudando cientistas a entender melhor a evolução de espécies minúsculas que viveram na era dos gigantes. O animal, com menos de 1 kg, viveu há cerca de 90 milhões de anos e pode revelar como alguns dinossauros se adaptaram a dietas baseadas em insetos.

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Descoberta no Monte Everest assusta cientistas e revela segredos escondidos sob o gelo da montanha mais alta do planeta.

O derretimento acelerado das geleiras no Monte Everest está revelando corpos de alpinistas, resíduos antigos e sinais claros dos impactos humanos e das mudanças climáticas na montanha mais alta da Terra.

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Gênias brasileiras: irmãs do Ceará conquistam medalhas internacionais e inspiram nova geração na ciência.

Beatriz Teófilo do Nascimento, de 14 anos, e Yasmin Teófilo, de 12, conquistaram medalhas internacionais em física e astronomia e vêm se destacando por projetos de divulgação científica e atuação social. As jovens representam o Brasil em competições e desenvolvem iniciativas educacionais para crianças.

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Megaexplosão no Sol coloca cientistas em alerta tempestade solar deve atingir a Terra nas próximas horas.

Uma forte erupção solar de classe X8.1 lançou material em direção ao planeta e pode provocar interferências tecnológicas, além de auroras mais intensas. Especialistas afirmam que os efeitos tendem a ser moderados, mas exigem monitoramento.

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Gigante que mudou o clima do planeta volta a preocupar — vulcão mexicano dá sinais inquietantes.

Quase quatro décadas após uma erupção devastadora, o vulcão El Chichonal, no México, apresenta alterações químicas e térmicas que colocaram cientistas em alerta e já impactam a circulação de turistas na região.

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Calor extremo e fenômenos tropicais: O que esperar da última semana de janeiro no Brasil

Com o fim da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), o país entra em uma fase de aquecimento acentuado. Enquanto o Sul e o Mato Grosso do Sul podem registrar marcas próximas dos 40°C, a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) promete trazer alívio em forma de chuva para o Nordeste e o Norte. A última semana de janeiro de 2026 será marcada pela transição de sistemas meteorológicos no Brasil. Após um período de chuvas volumosas no Sudeste e Centro-Oeste causado pela ZCAS — que acumulou até 400 mm em alguns pontos —, o cenário agora muda para o calor intenso e as pancadas típicas de verão, impulsionadas pela alta umidade. ZCIT: O novo motor das chuvas no Norte e Nordeste O destaque da semana é a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Este sistema, fundamental para o regime de chuvas do semiárido e da região amazônica, deve intensificar as precipitações na faixa norte do país. Onda de Calor no Sul e Sudeste Enquanto o norte se molha, o centro-sul do país vai “ferver”. A ausência de frentes frias e a atuação de uma área de baixa pressão entre o Brasil e o Paraguai vão elevar as temperaturas. Centro-Oeste: Abafamento e Temporais Isolados Goiás e o Distrito Federal terão uma redução na frequência das chuvas com o fim da ZCAS. No entanto, o Mato Grosso do Sul segue a tendência do Sul, com um “calorão” que pode bater os 40°C nas áreas fronteiriças com o Paraguai, acompanhado de pancadas rápidas de fim de tarde. Brasil terá chuva típica de verão e mais calor na última semana de janeiro de 2026 (Foto: Manaus, AM, Patricia Guimarães)

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Seu nome no espaço: NASA levará 1,5 milhão de assinaturas digitais na histórica missão Artemis II

Com lançamento marcado para fevereiro, a missão que levará humanos de volta à órbita lunar carregará um cartão SD com nomes de entusiastas de todo o mundo. O foguete SLS já está na plataforma de lançamento na Flórida, preparando-se para a jornada de 10 dias que testará os limites da segurança espacial antes do próximo pouso na Lua.

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Tempestade solar histórica coloca o planeta em tensão máxima e ameaça GPS, satélites e voos internacionais.

A maior tempestade de radiação solar dos últimos 20 anos atinge a Terra nesta segunda-feira (19) e mantém autoridades globais em alerta. O fenômeno pode provocar falhas em sistemas de navegação, comunicações via satélite e operações aéreas, além de gerar auroras boreais visíveis em regiões incomuns.

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