A classificação do Ibrachina para as quartas de final da Copa São Paulo de Futebol Júnior não é mais tratada como acaso. O clube da Mooca, Zona Leste de São Paulo, derrubou o Internacional e confirmou uma campanha que já havia deixado para trás Atlético Mineiro e Santo André, além de liderar seu grupo com autoridade.
Criado há apenas seis anos, o Ibrachina nasceu de um projeto sociocultural ligado ao Instituto Brasil-China e rapidamente se transformou em uma potência emergente nas categorias de base. Com estrutura moderna, investimento privado e foco na formação, o clube chega pela quinta vez à Copinha e, agora, vive seu melhor momento histórico.
Do outro lado estará o Palmeiras, dono de uma das campanhas mais dominantes da atual edição. O time alviverde atropelou adversários, aplicou goleadas expressivas e chega como favorito. No entanto, a história do torneio mostra que favoritismo nem sempre garante sobrevivência.
O histórico que assombra o Palmeiras
Apesar de ser um dos maiores campeões da Copinha, o Palmeiras carrega um retrospecto incômodo: eliminações inesperadas para clubes de menor expressão ao longo dos anos. Entre quedas que marcaram negativamente sua trajetória estão derrotas para equipes como:
- Audax-SP
- Guarani da Palhoça-SC
- Sertãozinho-SP
- Confiança-SE
- Vila Nova-GO
- Paraná Clube
- Galvez

Esses tropeços reforçam a imprevisibilidade do torneio e alimentam a esperança do Ibrachina, que chega embalado, confiante e sem a pressão que recai sobre o adversário.
A partida promete muito mais do que um simples confronto de quartas de final. Para o Palmeiras, é a chance de afastar fantasmas do passado. Para o Ibrachina, a oportunidade de escrever o capítulo mais ousado de sua jovem história e provar que, na Copinha, camisa pesada não entra em campo sozinha.
Foto: Lance! Media Group
Redação Brasil News