A Seleção Brasileira voltou a campo nesta terça-feira (18) para enfrentar a Tunísia em amistoso internacional, mas deixou o gramado apenas com um empate. O grande assunto após o jogo, porém, não foi o placar, e sim a declaração de Estêvão a respeito da cobrança de pênalti desperdiçada por Lucas Paquetá.

Aos 32 min do 2º tempo – cobrança de pênalti para fora de Lucas Paquetá da Tunísia contra o Brasil
Autor do gol brasileiro na primeira etapa, o jovem atacante converteu sua penalidade com firmeza e recolocou a equipe de Carlo Ancelotti no confronto. Já no segundo tempo, após Vitor Roque ser derrubado na área, a Seleção teve nova oportunidade de virar o marcador. Desta vez, Paquetá assumiu a responsabilidade, mas acabou mandando a bola por cima do gol.
Na zona mista, Estêvão afirmou que abriu mão da cobrança por orientação vinda diretamente da comissão técnica. A explicação dividiu opiniões entre torcedores e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, reacendendo o debate sobre hierarquia e confiança nos batedores oficiais do time.
O início do jogo foi complicado para o Brasil. A Tunísia aproveitou um erro de saída de bola pela direita e abriu o placar com Mastouri, aos 22 minutos. A equipe africana se mostrou bem organizada defensivamente e dificultou o trabalho do ataque formado por Rodrygo, Vini Jr. e Matheus Cunha.
Somente na reta final do primeiro tempo o Brasil conseguiu reagir, especialmente com as investidas de Estêvão pelo lado direito. O pênalti marcado após revisão do VAR resultou no gol de empate, renovando as esperanças da equipe.
No segundo tempo, Ancelotti promoveu mudanças, e o jogo ficou mais aberto. A Seleção criou boas oportunidades, mas voltou a pecar na conclusão — especialmente no pênalti que poderia ter garantido a vitória.

Estêvão comemora gol pela Seleção Brasileira (Foto: Franck Fife/AFP)
Nos minutos finais, Estêvão ainda acertou a trave, mas o placar permaneceu inalterado até o apito final, deixando a sensação de oportunidade desperdiçada.
Foto: Franck Fife / AFP
Redação Brasil News