O coração do poder político dos Estados Unidos se transformou em um cenário de guerra e desespero no último sábado. Agentes da polícia de Washington e do Serviço Secreto americano cercaram e isolaram completamente o perímetro da Casa Branca após um tiroteio mortal estourar em um dos postos de controle de segurança que dão acesso à residência oficial. A área foi imediatamente isolada com fitas amarelas de isolamento e bloqueios táticos nas ruas próximas, enquanto peritos espalhavam marcadores de provas e socorristas recolhiam materiais médicos de emergência deixados pelo chão após o violento confronto.
De acordo com informações oficiais de autoridades norte-americanas, a ação terrorista começou quando um homem suspeito caminhou em direção ao posto de controle carregando uma bolsa nas mãos. Sem levantar suspeitas imediatas, o indivíduo retirou uma arma de fogo de dentro do acessório e abriu fogo sem piedade contra os oficiais de plantão. Diante da ameaça letal iminente, agentes do Serviço Secreto reagiram com força máxima de choque e balearam o agressor. O atirador foi socorrido sob forte escolta, mas acabou morrendo horas mais tarde no hospital.
O pânico se espalhou entre os civis que circulavam pela região turística de Washington. Durante o fogo cruzado, um transeunte inocente acabou sendo atingido pelos disparos e ficou ferido, sendo encaminhado para atendimento médico. O presidente Donald Trump, que se encontrava dentro da Casa Branca no momento exato do atentado, não sofreu qualquer tipo de ameaça e permaneceu totalmente em segurança devido à blindagem do palácio de governo. Investigadores do FBI e do Serviço Secreto agora analisam imagens e fotografam as evidências para descobrir a real motivação do ataque ousado.
Foto: Alex Brandon/AP /
Redação – Thiago Salles