Justiça proíbe posto de exigir cropped e legging de frentistas e cita risco de assédio e violação de normas trabalhistas.
Uma decisão da Justiça do Trabalho determinou que um posto de combustíveis no Recife pare de obrigar frentistas a usarem legging e cropped como uniforme. A juíza entendeu que a prática viola a dignidade das trabalhadoras, expõe a riscos e pode configurar assédio. A empresa contesta as acusações.
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