Tsunami de recuperação judicial! Mais de 6 mil empresas entram em crise em 2026 e número supera o auge da pandemia.

O primeiro semestre de 2026 registrou um volume recorde de pedidos de proteção na Justiça que supera em quase seis vezes o patamar visto na Covid-19; alta dos juros, pesada carga tributária e as incertezas da Reforma Tributária acendem alerta máximo no setor produtivo brasileiro.

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Crise no varejo e grandes marcas! As 10 empresas que enfrentam dívidas bilionárias e reestruturações extremas no Brasil em 2026.

O cenário corporativo brasileiro abriu o ano de 2026 sob intensa turbulência financeira. Grandes companhias dos setores de varejo, energia, petroquímica e saúde enfrentam passivos bilionários e têm recorrido com frequência à Justiça para protocolar pedidos de recuperação judicial e extrajudicial. Além de redefinir o mercado nacional, o momento tem gerado intensos debates econômicos e políticos sobre as altas taxas de juros, o endividamento das famílias e a concorrência global, forçando marcas históricas a fecharem centenas de lojas, venderem ativos e negociarem prazos com credores para tentarem escapar da falência.

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Casas Bahia entra em recuperação judicial com dívida de R$ 17,3 bilhões e anuncia fechamento de 298 lojas.

Uma das maiores redes varejistas do país recorreu à Justiça para reorganizar suas finanças diante do aumento das dívidas, juros elevados e dificuldades de acesso a crédito. A empresa pretende reduzir a estrutura física, renegociar obrigações e concentrar esforços nas operações consideradas mais rentáveis.

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Dollynho entra na mira da falência e dívida bilionária ameaça império da Dolly.

O Grupo Dolly, conhecido pela marca de refrigerantes e pelo mascote Dollynho, virou alvo de um pedido de falência apresentado pela União e pelo Estado de São Paulo. As procuradorias apontam uma dívida ativa avaliada em R$ 15,746 bilhões e acusam o grupo de irregularidades ligadas à recuperação judicial.

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Justiça trava negócio bilionário da Oi e decisão coloca recuperação da empresa em xeque.

A Justiça do Rio de Janeiro determinou a suspensão da venda da participação da Oi na V.tal, operação avaliada em R$ 4,5 bilhões. A decisão atende a recursos apresentados por credores e investidores e aumenta a incerteza sobre o futuro da companhia em recuperação judicial.

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Credores aprovam plano de recuperação judicial do Grupo Coteminas com passivo bilionário.

O plano de recuperação judicial do Grupo Coteminas, comandado por Josué Gomes, presidente da Fiesp, foi aprovado pelos credores após meses de negociações. A proposta envolve venda de ativos, criação de fundos de investimento e regras específicas de pagamento para trabalhadores, empresas e instituições financeiras.

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Azul tem plano aprovado nos EUA e prevê encerrar recuperação judicial no início de 2026.

A Azul Linhas Aéreas informou que a Justiça dos Estados Unidos aprovou o plano de reorganização da companhia, com apoio superior a 90% dos credores. A decisão permite que a empresa avance para a etapa final da recuperação judicial, com expectativa de saída do processo em 2026 e forte redução do endividamento.

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Bradesco e Itaú recorrem contra falência da Oi e pedem retorno da empresa à recuperação judicial.

Após a decretação da falência da Oi pela Justiça do Rio, grandes credores — entre eles Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Caixa e Santander — iniciaram uma ofensiva judicial para tentar reverter a decisão. As instituições financeiras afirmam que a falência pode gerar insegurança jurídica e reduzir as chances de recuperar os mais de R$ 4 bilhões que têm a receber da operadora.

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Justiça decreta falência da Oi após descumprimento de plano de recuperação judicial.

A Justiça do Rio de Janeiro decretou a falência do grupo Oi S.A. após constatar o não cumprimento do plano de recuperação judicial aprovado em 2024. A decisão mantém, de forma provisória, os serviços essenciais prestados pela empresa em todo o país.

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Foz do Amazonas cita risco a peixe-boi ameaçado.

A companhia nacional de serviços ambientais formalizou pedido de recuperação judicial nesta terça-feira, em meio a uma grave crise de liquidez. O passivo total ultrapassa R$ 10 bilhões, segundo informações de mercado, e inclui dívidas em bancos, debêntures e bonds internacionais, além de litígios financeiros. A empresa busca ganhar tempo para reorganizar suas operações e evitar um colapso completo de suas atividades.

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