Irã tenta atingir base estratégica dos EUA e Reino Unido e expõe alcance militar além do previsto.

Um ataque com mísseis balísticos lançado pelo Irã contra a base de Diego Garcia, no Oceano Índico, falhou, mas acendeu alerta internacional. O episódio revelou uma capacidade militar superior à estimada e aumentou a tensão entre Teerã e potências ocidentais.

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Coreia do Norte dispara superfoguetes de 600 mm e ameaça destruir bases inimigas em novo teste militar.

A Coreia do Norte realizou um exercício militar com lançadores múltiplos de foguetes de ultraprecisão de 600 mm, capazes de atingir alvos a centenas de quilômetros de distância. O teste foi acompanhado por Kim Jong-un e ocorre em meio a tensões com exercícios militares conjuntos entre Coreia do Sul e Estados Unidos.

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Manchete: Ataque “sem precedentes” ao Irã vira terremoto global após Israel dizer que Khamenei foi morto.

EUA e Israel lançaram neste sábado uma ofensiva coordenada contra alvos iranianos; Israel afirma que o líder supremo Ali Khamenei morreu, enquanto Teerã contesta a versão. A escalada provocou retaliação com mísseis e elevou o risco de uma crise regional de grandes proporções.

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Trump pressiona Ucrânia por pacto de paz enquanto posterga envio de mísseis.

Durante encontro na Casa Branca com Volodymyr Zelensky, o Donald Trump pediu à Ucrânia que assine um acordo de cessar-fogo com a Rússia, ao mesmo tempo em que evitou se comprometer com a entrega dos mísseis de cruzeiro Tomahawk, solicitados por Kiev para intensificar sua ofensiva. A mudança de foco sinaliza uma virada diplomática dos EUA, com Washington optando pela negociação como prioridade sobre o envio imediato de armamento.

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Rússia realiza maior ataque aéreo da guerra e atinge diversas regiões da Ucrânia

Na madrugada desta sexta-feira (6), a Rússia lançou um ataque massivo contra a Ucrânia, utilizando mais de 450 projéteis entre drones e mísseis. A ofensiva, considerada a maior desde o início do conflito, atingiu várias cidades, incluindo a capital Kiev, onde quatro pessoas morreram. O Kremlin afirma que a ação foi uma resposta a atos ucranianos considerados terroristas.

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