Prefeitura tenta bloquear mansão milionária de Renato Aragão por dívida de IPTU no Rio.

O nome de Renato Aragão voltou aos holofotes após a Prefeitura do Rio de Janeiro pedir à Justiça o bloqueio de uma mansão milionária do humorista. A dívida ultrapassa meio milhão de reais e pode comprometer a venda do imóvel de luxo avaliado em R$ 18 milhões.

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Caso Benício: erro médico ou cadeia de falhas? Morte de menino de 6 anos gera guerra de versões.

A morte de uma criança em Manaus após a aplicação incorreta de adrenalina virou alvo de investigação da Polícia Civil. Enquanto profissionais são indiciados por homicídio doloso, a defesa contesta e aponta uma sequência de erros dentro do hospital.

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Pai descobre suposto sequestro da filha, faz “justiça com as próprias mãos” e termina preso por assassinato.

Um homem de 60 anos foi preso nos Estados Unidos após sequestrar e matar o namorado da filha. Segundo a polícia, ele acreditava que o jovem havia envolvido a filha com um grupo criminoso. O caso chocou a comunidade local e terminou com confissão e prisão.

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Justiça barra reforma de Milei e decisão acende crise política na Argentina.

Um novo capítulo da crise política e econômica na Argentina ganhou força nesta segunda-feira (30), após a Justiça suspender parcialmente a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. A decisão foi tomada pelo juiz Raúl Ojeda, que atendeu a um pedido da Confederação Geral do Trabalho, principal central sindical do país. A medida determina a suspensão provisória de cerca de 80 artigos da nova legislação, até que o mérito da ação seja julgado. A reforma havia sido aprovada pelo Congresso argentino em fevereiro, em meio a protestos e uma greve geral. Sindicatos alegam que as mudanças prejudicam direitos trabalhistas e enfraquecem a atuação sindical. Entre os pontos suspensos estão a flexibilização das regras para trabalhadores de aplicativos, alterações no direito de greve e a eliminação de princípios jurídicos que favoreciam o trabalhador em disputas judiciais. Também foi barrado um novo modelo de indenização por demissão, que previa a criação de fundos de capitalização. Na decisão, o magistrado indicou preocupação com possíveis impactos negativos da reforma, incluindo o risco de demissões sem justificativa e vulnerabilidade dos recursos destinados à previdência. O governo argentino reagiu imediatamente e informou que vai recorrer da decisão. Em nota, afirmou que a reforma é essencial para estimular a geração de empregos formais, aumentar a competitividade e atrair investimentos. A proposta é uma das principais apostas da gestão Milei para reduzir a informalidade, que atinge mais de 40% da força de trabalho no país. O embate entre governo, sindicatos e Judiciário reforça o clima de tensão na Argentina e pode influenciar diretamente o rumo das reformas econômicas nos próximos meses. Foto: Attila Kisbenedek / AFPRedação – Thiago Salles

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