Houthis atacam aeroportos e ampliam tensão com Arábia Saudita em nova escalada no Iêmen.

Os houthis intensificaram nesta quarta-feira (7) ataques com mísseis e drones contra alvos na Arábia Saudita e no Iêmen. Aeroportos em Riad, Abha e Aden foram atingidos ou tiveram ataques reivindicados pelo grupo, enquanto forças iemenitas apoiadas pelos sauditas tentam recuperar áreas estratégicas próximas ao estreito de Bab el-Mandeb.

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Houthis dão garantia aos EUA sobre navios no Mar Vermelho, mas ameaçam ampliar guerra contra aliados da Arábia Saudita.

Os houthis afirmaram ter garantido a Washington que não atacarão embarcações dos Estados Unidos no Mar Vermelho, numa tentativa de evitar um confronto direto com o governo de Donald Trump. Ao mesmo tempo, o grupo advertiu outros países contra uma eventual entrada na guerra ao lado da Arábia Saudita e prometeu manter ataques contra o reino. As declarações surgem enquanto a guerra no Iêmen volta a escalar e o controle de áreas próximas ao estratégico estreito de Bab el-Mandeb aumenta a preocupação com o comércio e o transporte de petróleo.

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Houthis avançam no Iêmen, colocam Arábia Saudita contra a parede e expõem limites do apoio dos EUA.

O movimento houthi ampliou seu domínio no oeste do Iêmen após uma rápida ofensiva pela costa do Mar Vermelho, conquistando áreas estratégicas próximas ao estreito de Bab el-Mandeb. O avanço pressiona a Arábia Saudita, fortalece a influência regional do Irã e reacende questionamentos sobre até onde os Estados Unidos estão dispostos a defender seus aliados no Golfo.

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Socorro negado? Príncipe saudita pede bombardeio dos EUA no Iêmen, mas Trump rejeita intervenção direta

O fantasma do desabastecimento global de combustível e da disparada dos preços do petróleo acendeu o alarme vermelho nas maiores potências financeiras e militares do planeta. Com o avanço rápido dos rebeldes houthis — apoiados pelo Irã — sobre pontos estratégicos de navegação no Mar Vermelho, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, recorreu diretamente à Casa Branca. No entanto, em um movimento surpreendente de contenção, o presidente dos EUA, Donald Trump, recusou o pedido de bombardeio imediato, optando por oferecer apenas inteligência e suporte estratégico enquanto a crise ameaça paralizar o comércio internacional.

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