Kremlin joga a culpa em Zelenskiy e ecoa Trump: Rússia diz estar pronta para paz e acusa Ucrânia de travar acordo.

O Kremlin afirmou que concorda com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao atribuir ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, a responsabilidade por impedir um acordo de paz para encerrar a guerra. A declaração intensifica o embate diplomático e amplia a divisão entre Washington, Moscou e aliados europeus.

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Guerra sem limites: ataque russo mergulha Kiev no frio, mata civis e atinge até embaixada estrangeira.

Um ataque noturno da Rússia contra a Ucrânia deixou mortos, feridos e destruição em larga escala na capital Kiev. Prédios residenciais, infraestrutura crítica e a Embaixada do Catar foram atingidos, provocando apagões, falta de aquecimento em pleno inverno rigoroso e novos apelos por reação internacional.

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Ataque russo a Kiev deixa mortos, provoca apagão em massa e antecede encontro decisivo entre EUA e Ucrânia.

Um bombardeio de grandes proporções atingiu Kiev neste sábado, causando mortes, feridos e deixando centenas de milhares de residências sem energia e aquecimento. A ofensiva ocorre na véspera da reunião entre Donald Trump e Volodimir Zelensky, marcada para discutir propostas internacionais para o fim da guerra.

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Ucrânia diz ter inutilizado dois caças russos em ação de sabotagem dentro da Rússia.

A inteligência militar ucraniana afirma que um incêndio provocado em um aeródromo próximo a Lipetsk danificou dois aviões de combate da Rússia. Moscou não se pronunciou oficialmente, e não há confirmação independente do impacto real da operação.

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EUA intensificam articulação por acordo de paz enquanto Ucrânia denuncia novos ataques russos

Em meio a novos bombardeios russos que atingiram a infraestrutura energética da Ucrânia, o presidente Volodimir Zelensky voltou a acusar Moscou de tentar destruir o país. Paralelamente, os Estados Unidos avançam nas negociações diplomáticas e confirmaram uma reunião do enviado especial Steve Witkoff com líderes ucranianos e europeus em Berlim para discutir uma saída para o conflito.

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EUA e Ucrânia avançam em acordo de paz, enquanto Rússia ameaça rejeitar nova proposta.

As articulações diplomáticas entre Estados Unidos e Ucrânia avançaram nos últimos dias em torno de uma proposta para encerrar a guerra, mas o novo esboço do acordo enfrenta forte resistência por parte da Rússia. A poucos dias do prazo estabelecido pelo presidente norte-americano Donald Trump para que Kiev aceite os termos, representantes dos dois países indicam que há consenso sobre pontos centrais, restando apenas definições consideradas sensíveis. A proposta inicial, que continha 28 itens, foi reduzida para 19 pontos após críticas duras do governo ucraniano e de aliados europeus. Entre as mudanças, estão ajustes sobre o tamanho das Forças Armadas da Ucrânia e o uso de bilhões de dólares em ativos russos congelados no exterior para financiar a reconstrução do país. No entanto, a questão territorial segue como o principal impasse, especialmente em relação à Crimeia e regiões do leste ocupadas por tropas russas. Autoridades ucranianas afirmaram que há um entendimento básico com os Estados Unidos sobre os princípios do acordo. O presidente Volodymyr Zelensky declarou que está disposto a avançar, desde que as decisões de segurança envolvam diretamente a Ucrânia e a Europa. Já o governo norte-americano avalia que os termos estão próximos de um desfecho, embora reconheça que ainda existem obstáculos delicados. Donald Trump tem demonstrado otimismo cauteloso. Em declarações recentes, afirmou que as negociações “estão evoluindo” e que um entendimento pode ser alcançado em breve. O presidente também determinou que seu principal negociador viaje à Rússia para se reunir com Vladimir Putin nos próximos dias, numa tentativa direta de destravar as últimas divergências. Do lado russo, o tom é de desconfiança. O chanceler Sergei Lavrov afirmou que Moscou não foi oficialmente informada sobre as alterações no plano e voltou a cobrar garantias sobre o reconhecimento dos territórios anexados. O Kremlin sustenta que pontos considerados fundamentais não podem ser revistos e sinaliza que pode abandonar as tratativas caso a nova versão não respeite esses interesses. Enquanto isso, representantes americanos seguem dialogando separadamente com autoridades russas e ucranianas. A expectativa é que as conversas avancem nos próximos dias, mas o risco de fracasso ainda é grande diante do clima de tensão e da divergência sobre território, soberania e alianças militares. Foto: Roman PILIPEY / AFP Redação Brasil News

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Imprensa dos EUA aponta que plano de Trump para encerrar guerra na Ucrânia prevê concessões territoriais à Rússia.

Segundo veículos americanos, o governo Trump estaria articulando secretamente uma proposta de paz que inclui a entrega de áreas do leste ucraniano à Rússia e o reconhecimento da anexação da Crimeia. O plano, ainda preliminar, também prevê limites militares para a Ucrânia e garantias de segurança consideradas insuficientes por Kiev.

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Trump põe em dúvida reunião com Putin e critica lentidão nas negociações sobre guerra na Ucrânia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (21) que pode cancelar a cúpula prevista com o líder russo Vladimir Putin, em Budapeste. O republicano disse não querer “perder tempo” com um encontro que não traga avanços concretos sobre o conflito na Ucrânia, após uma semana de impasses diplomáticos com Kiev e Moscou.

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Drones misteriosos sobrevoam base militar na Dinamarca e Europa planeja escudo antidrones

Novos drones não identificados foram vistos sobrevoando a maior base militar da Dinamarca, aumentando a tensão na Europa. União Europeia discute criação de um “muro antidrones” para reforçar a defesa aérea diante de possíveis ameaças, principalmente da Rússia.

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