Socorro negado? Príncipe saudita pede bombardeio dos EUA no Iêmen, mas Trump rejeita intervenção direta
O fantasma do desabastecimento global de combustível e da disparada dos preços do petróleo acendeu o alarme vermelho nas maiores potências financeiras e militares do planeta. Com o avanço rápido dos rebeldes houthis — apoiados pelo Irã — sobre pontos estratégicos de navegação no Mar Vermelho, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, recorreu diretamente à Casa Branca. No entanto, em um movimento surpreendente de contenção, o presidente dos EUA, Donald Trump, recusou o pedido de bombardeio imediato, optando por oferecer apenas inteligência e suporte estratégico enquanto a crise ameaça paralizar o comércio internacional.
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