Picada de carrapato leva à primeira morte confirmada por alergia à carne nos EUA.

Pesquisadores norte-americanos confirmaram o primeiro óbito diretamente associado à chamada síndrome alfa-gal, uma reação alérgica à carne de mamíferos desencadeada por picadas de carrapato. O caso reacende o alerta sobre uma condição ainda pouco conhecida, mas que vem avançando silenciosamente.

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Tiroteio em festa infantil na Califórnia deixa quatro mortos e mais de dez feridos.

Um ataque a tiros ocorrido durante uma festa infantil na cidade de Stockton, na Califórnia, terminou com quatro pessoas mortas e pelo menos dez feridas. O autor dos disparos fugiu após o crime, que está sendo tratado como ataque direcionado.

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Brasileiros desistem do sonho americano e retornam ao país com medo das operações migratórias de Trump.

O aumento das ações migratórias nos Estados Unidos tem levado milhares de brasileiros a anteciparem o retorno ao Brasil. Relatos de prisões, deportações e separação de famílias intensificam o clima de insegurança, mesmo entre imigrantes com documentação em andamento.

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EUA sinalizam novas exigências para aliviar tarifas e governo Lula tenta proteger indústria brasileira.

Mesmo após o recuo parcial nas sobretaxas de 40% anunciado pelos Estados Unidos, o governo brasileiro avalia que novas concessões só virão mediante contrapartidas. A prioridade do Planalto é defender o setor industrial e reverter sanções aplicadas a autoridades brasileiras.

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Trump manda reavaliar autorizações de residência de imigrantes de 19 países após ataque em Washington.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou a revisão dos green cards concedidos a estrangeiros de 19 países considerados sensíveis por seu governo. A medida ocorre um dia após um atentado a tiros próximo à Casa Branca, que deixou dois soldados gravemente feridos. A decisão reacende o debate mundial sobre imigração e segurança.

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Ataque próximo à Casa Branca deixa dois soldados da Guarda Nacional em estado crítico.

Dois militares da Guarda Nacional dos Estados Unidos foram baleados nas proximidades da Casa Branca, em Washington, e permanecem internados em estado grave. O suspeito dos disparos também está seriamente ferido. O caso provocou reforço imediato na segurança da capital.

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Deputados se reúnem com Eduardo Bolsonaro nos EUA e defendem continuidade de articulação por anistia.

Gil Diniz e Paulo Mansur encontraram Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos e afirmaram que o parlamentar não está no país por lazer. Segundo eles, a atuação política em defesa da anistia seguirá de forma intensa.

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Brasileira que perdeu braço e perna no metrô de Nova York será indenizada em mais de R$ 430 milhões.

Após quase uma década de batalha judicial, a brasileira Luisa Janssen Harger da Silva venceu ação contra a empresa responsável pelo metrô de Nova York e receberá uma indenização milionária por negligência em acidente ocorrido em 2016.

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EUA e Ucrânia avançam em acordo de paz, enquanto Rússia ameaça rejeitar nova proposta.

As articulações diplomáticas entre Estados Unidos e Ucrânia avançaram nos últimos dias em torno de uma proposta para encerrar a guerra, mas o novo esboço do acordo enfrenta forte resistência por parte da Rússia. A poucos dias do prazo estabelecido pelo presidente norte-americano Donald Trump para que Kiev aceite os termos, representantes dos dois países indicam que há consenso sobre pontos centrais, restando apenas definições consideradas sensíveis. A proposta inicial, que continha 28 itens, foi reduzida para 19 pontos após críticas duras do governo ucraniano e de aliados europeus. Entre as mudanças, estão ajustes sobre o tamanho das Forças Armadas da Ucrânia e o uso de bilhões de dólares em ativos russos congelados no exterior para financiar a reconstrução do país. No entanto, a questão territorial segue como o principal impasse, especialmente em relação à Crimeia e regiões do leste ocupadas por tropas russas. Autoridades ucranianas afirmaram que há um entendimento básico com os Estados Unidos sobre os princípios do acordo. O presidente Volodymyr Zelensky declarou que está disposto a avançar, desde que as decisões de segurança envolvam diretamente a Ucrânia e a Europa. Já o governo norte-americano avalia que os termos estão próximos de um desfecho, embora reconheça que ainda existem obstáculos delicados. Donald Trump tem demonstrado otimismo cauteloso. Em declarações recentes, afirmou que as negociações “estão evoluindo” e que um entendimento pode ser alcançado em breve. O presidente também determinou que seu principal negociador viaje à Rússia para se reunir com Vladimir Putin nos próximos dias, numa tentativa direta de destravar as últimas divergências. Do lado russo, o tom é de desconfiança. O chanceler Sergei Lavrov afirmou que Moscou não foi oficialmente informada sobre as alterações no plano e voltou a cobrar garantias sobre o reconhecimento dos territórios anexados. O Kremlin sustenta que pontos considerados fundamentais não podem ser revistos e sinaliza que pode abandonar as tratativas caso a nova versão não respeite esses interesses. Enquanto isso, representantes americanos seguem dialogando separadamente com autoridades russas e ucranianas. A expectativa é que as conversas avancem nos próximos dias, mas o risco de fracasso ainda é grande diante do clima de tensão e da divergência sobre território, soberania e alianças militares. Foto: Roman PILIPEY / AFP Redação Brasil News

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