EUA anunciam nova estratégia militar com prioridade para a América Latina e reforço no Caribe.

O governo dos Estados Unidos divulgou um novo Plano de Segurança Nacional que muda o foco da presença militar global, priorizando a América Latina. A estratégia prevê maior atuação no Caribe, combate ao tráfico, reforço no controle migratório e contenção da influência chinesa na região.

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Joesley Batista teria atuado como intermediário em diálogo entre Trump e Nicolás Maduro, aponta agência internacional.

Relatório da agência Bloomberg afirma que o empresário brasileiro Joesley Batista viajou à Venezuela para tentar estimular uma saída negociada do poder por parte de Nicolás Maduro, após um pedido direto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A viagem teria ocorrido em meio ao aumento das tensões entre Washington e Caracas.

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Aliado de Trump provoca Alexandre de Moraes nas redes após prisão de Bolsonaro.

Jason Miller, conselheiro próximo de Donald Trump, publicou uma mensagem enigmática e provocativa nas redes sociais direcionada ao ministro Alexandre de Moraes após a prisão de Jair Bolsonaro. A manifestação aumentou a repercussão internacional do caso e intensificou o embate político envolvendo o Judiciário brasileiro.

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Trump manda apurar denúncia de ataque duplo dos EUA contra embarcação no Caribe.

O presidente dos Estados Unidos afirmou que irá investigar denúncias de que forças americanas teriam realizado um segundo bombardeio contra uma embarcação suspeita de tráfico, atingindo sobreviventes. O caso gerou reação da ONU e do governo venezuelano, que anunciou a abertura de uma apuração própria.

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Brasileiros desistem do sonho americano e retornam ao país com medo das operações migratórias de Trump.

O aumento das ações migratórias nos Estados Unidos tem levado milhares de brasileiros a anteciparem o retorno ao Brasil. Relatos de prisões, deportações e separação de famílias intensificam o clima de insegurança, mesmo entre imigrantes com documentação em andamento.

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Trump manda reavaliar autorizações de residência de imigrantes de 19 países após ataque em Washington.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou a revisão dos green cards concedidos a estrangeiros de 19 países considerados sensíveis por seu governo. A medida ocorre um dia após um atentado a tiros próximo à Casa Branca, que deixou dois soldados gravemente feridos. A decisão reacende o debate mundial sobre imigração e segurança.

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EUA e Ucrânia avançam em acordo de paz, enquanto Rússia ameaça rejeitar nova proposta.

As articulações diplomáticas entre Estados Unidos e Ucrânia avançaram nos últimos dias em torno de uma proposta para encerrar a guerra, mas o novo esboço do acordo enfrenta forte resistência por parte da Rússia. A poucos dias do prazo estabelecido pelo presidente norte-americano Donald Trump para que Kiev aceite os termos, representantes dos dois países indicam que há consenso sobre pontos centrais, restando apenas definições consideradas sensíveis. A proposta inicial, que continha 28 itens, foi reduzida para 19 pontos após críticas duras do governo ucraniano e de aliados europeus. Entre as mudanças, estão ajustes sobre o tamanho das Forças Armadas da Ucrânia e o uso de bilhões de dólares em ativos russos congelados no exterior para financiar a reconstrução do país. No entanto, a questão territorial segue como o principal impasse, especialmente em relação à Crimeia e regiões do leste ocupadas por tropas russas. Autoridades ucranianas afirmaram que há um entendimento básico com os Estados Unidos sobre os princípios do acordo. O presidente Volodymyr Zelensky declarou que está disposto a avançar, desde que as decisões de segurança envolvam diretamente a Ucrânia e a Europa. Já o governo norte-americano avalia que os termos estão próximos de um desfecho, embora reconheça que ainda existem obstáculos delicados. Donald Trump tem demonstrado otimismo cauteloso. Em declarações recentes, afirmou que as negociações “estão evoluindo” e que um entendimento pode ser alcançado em breve. O presidente também determinou que seu principal negociador viaje à Rússia para se reunir com Vladimir Putin nos próximos dias, numa tentativa direta de destravar as últimas divergências. Do lado russo, o tom é de desconfiança. O chanceler Sergei Lavrov afirmou que Moscou não foi oficialmente informada sobre as alterações no plano e voltou a cobrar garantias sobre o reconhecimento dos territórios anexados. O Kremlin sustenta que pontos considerados fundamentais não podem ser revistos e sinaliza que pode abandonar as tratativas caso a nova versão não respeite esses interesses. Enquanto isso, representantes americanos seguem dialogando separadamente com autoridades russas e ucranianas. A expectativa é que as conversas avancem nos próximos dias, mas o risco de fracasso ainda é grande diante do clima de tensão e da divergência sobre território, soberania e alianças militares. Foto: Roman PILIPEY / AFP Redação Brasil News

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Pentágono apura conduta de senador democrata após vídeo sobre desobediência a ordens militares.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos iniciou uma investigação contra o senador Mark Kelly depois da divulgação de um vídeo em que parlamentares orientam militares a não cumprirem ordens consideradas ilegais. A decisão ocorre após ameaças públicas feitas por Donald Trump.

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Imprensa dos EUA aponta que plano de Trump para encerrar guerra na Ucrânia prevê concessões territoriais à Rússia.

Segundo veículos americanos, o governo Trump estaria articulando secretamente uma proposta de paz que inclui a entrega de áreas do leste ucraniano à Rússia e o reconhecimento da anexação da Crimeia. O plano, ainda preliminar, também prevê limites militares para a Ucrânia e garantias de segurança consideradas insuficientes por Kiev.

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ONU aprova plano de paz dos EUA para Gaza e autoriza força internacional no enclave.

O Conselho de Segurança da ONU aprovou, por ampla maioria, a resolução que implementa o plano de paz apresentado pelos Estados Unidos para encerrar a guerra em Gaza. O documento estabelece a criação de uma força internacional de estabilização, mecanismos de supervisão e abre caminho para um futuro Estado palestino. Rússia e China se abstiveram.

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