voltou a chamar atenção no noticiário ao ser nomeada inventariante do patrimônio estimado em R$ 5 milhões deixado por seu tio, o médico Miguel Abdalla Netto. Ele foi encontrado morto em janeiro, em sua residência na região da Bela Vista, na São Paulo. Como o parente não tinha filhos nem deixou testamento, caberá à Justiça determinar a divisão dos bens entre os herdeiros.
Antes mesmo da formalização judicial, Suzane comunicou que retirou um veículo Subaru da casa e reforçou a segurança do imóvel após um episódio de invasão seguido de furto. Imagens de monitoramento registraram um homem pulando o muro e levando objetos com apoio de um motorista, caso que passou a ser investigado pela Polícia Civil de São Paulo. Segundo sua defesa, as medidas foram emergenciais e tiveram como objetivo preservar o patrimônio.
Uma prima do médico chegou a registrar boletins de ocorrência, alegando retirada indevida de objetos. No entanto, investigadores não consideram que a posse do carro configure crime. O automóvel estaria guardado em local seguro e permanece à disposição da Justiça. Durante o processo de inventário, Suzane está proibida de vender, transferir ou utilizar qualquer bem — sua função é apenas administrar e proteger o patrimônio até a partilha definitiva.
A nomeação como inventariante intensificou a disputa familiar. Advogados de uma das herdeiras já sinalizaram que irão recorrer da decisão, enquanto outros possíveis beneficiários ainda não se manifestaram. O caso reacende debates sobre direito sucessório e volta a colocar Suzane sob forte escrutínio público mais de duas décadas após o crime que marcou o país.
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Redação Brasil News